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	<title>DooLance Casal Clube &#187; Aconteceu Comigo</title>
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	<description>A casa dos casais liberais!</description>
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		<title>Viagem ao MS</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 01:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa tarde turma,
Este é o relato de uma gostosa aventura que aconteceu na semana passada, entre os dias 1 e 5 de março de 2010. Viajando para o interior do Mato Grosso do Sul onde iria participar de uma reunião na cidade de Dourados/MS, conheci uma menina linda, de 20 anos, morena clara, 1,65mt, 55kg, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;">Boa tarde turma,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Este é o relato de uma gostosa aventura que aconteceu na semana passada, entre os dias 1 e 5 de março de 2010. Viajando para o interior do Mato Grosso do Sul onde iria participar de uma reunião na cidade de Dourados/MS, conheci uma menina linda, de 20 anos, morena clara, 1,65mt, 55kg, seios pequenos cabem certinho, por inteiro na boca, bunda pequena e redonda, uma delícia que pude constatar mais tarde. Ela beio no mesmo vôo que peguei entre Brasília e Campo Grande/MS e , por coincidência, embarcou no mesmo ônibus em direção a Dourados e ainda sentou na poltrona ao meu lado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Enquanto colocava a mochila no bagageiro e conversava com um colega de serviço, ela se aproximou e disse: “irei sentar ao seu lado”. Olhei para trás e percebi que a viajem seria muito boa&#8230; Nos sentamos e começamos a conversar, os três, eu, ela – a quem chamarei de Rafaela e meu colega. Após alguns minutos meu colega foi para o seu lugar e nos deixou sozinhos, oportunidade na qual começamos a nos descobrir e falamos sobre tudo. De onde éramos, o que fazíamos e para onde iríamos. Ela disse que não ficaria em Dourados pois, mora numa cidade mais a frente (Naviraí) e que sua mãe a esperava.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Após algum tempo, passamos a nos tocar durante a conversa e pude perceber que ela gostava quando minha mão permanecia mais tempo sobre sua pele dos braços, mãos ou rosto, quando fui retirar uma mecha de seu cabelo do seu rosto. Isso me levou a acariciar seu rosto e fazendo com que se virasse para mim e me olhasse diretamente nos olhos. Perguntou:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">-         O que você pretende com esse gesto?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">-         Sem pensar duas vezes fui direto:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">-         Quero te beijar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ela, me pegando de surpresa, disse:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">-         Apenas isso? E apenas um beijo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Dei um sorriso e aproximei meu lábios do dela dizendo que seriam vários beijos e por todo o seu corpo, fazendo com que Rafaela tivesse um pequeno arrepio e estremecesse enquanto a puxava para mim e a beijava com desejo extremo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Uma menina, de 20 anos, linda, boca gostosa, sorriso encantador e com inteligência e perspecácia ímpares, era algo raro de se ver, principalmente no interior do Brasil. Continuanos a viagem nos abraçando, beijando e acariciando com certa tranqüilidade, pois estávamos sentados na ultima fileira, ao lado da porta do banheiro, e assim não éramos importunados, salvo por uma senhora que sentava logo a nossa frente e passou a virar e nos encarar enquanto nos beijávamos&#8230; era hilário a situação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quando chegamos em Dourados e verificamos que tinham outro horários de ônibus para a cidade dela, a convenci a ficar e passar a tarde comigo. Efetuamos a compra do bilhete para horário perto das 22 horas e fomos para um motel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Chegamos no quarto e passei a abraça-la, acaricia-la, fazendo-a gemer gostoso, puxando sua bunda de encontro ao meu cacete e dizendo no seu ouvido o quanto ela é gostosa, linda e que quero muito amá-la. Ela se derretendo começou a tirar sua roupa, se esfregando no meu cacete e dizendo o quanto era bom sentir-se desejada daquela maneira. Sem pressa, mas sem roupa, a joguei na cama e comecei a beijar sua boca, seu queixo, descendo minha língua e lábios pelo seu colo até chegar aos seus seios, pequenos, mas com os mamilos entusmecidos de tanto tesão&#8230; passei a suga-los, morde-los de leve enquanto meus dedos procuravam por sua gruta&#8230; grandes lábios pequenos e clitóris exposto, algo muito gostoso de ver e apreciar&#8230; ela toda molhada de prazer quase não agüentando mais, pediu para parar e irmos tomar banho&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Debaixo da ducha, após nos ensaboarmos, passei a acariciar seu bumbum, aperta-lo e traze-la de encontro ao meu peito. Demonstrando que quero fude-la. Ela pega meu cacete e percebe o quanto esta duro e começa a punhetá-lo, dizendo que quer senti-lo dentro, arregaçando sua bucetinha. Saio do chuveiro e pego no quarto uma camisinha. Já volto para o chuveiro de pau duro e camisinha colocada, a viro de costas para mim e a penetro de uma vez&#8230; enfiando sem dó e com muito tesão, facilitado pela quantidde de gozo que escorria dela&#8230; ela simplesmente arriou&#8230; adorou&#8230; e começou a pedir mais e mais&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Estoquei fundo e cada vez mais acelerava os movimentos&#8230; num gostoso vai-e-vem &#8230; liberando nossos desejos e fantasias&#8230; mudamos de posição, sentei no chão do Box e ela vai cavalgar gostoso, me permitindo chupar seus seios enquanto fudia bem gostoso. Ela, delirando e gemendo, pediu para gozar junto com ela e, assim foi, não fui capaz de segurar e gozei gostoso com ela.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Terminamos o banho com muito carinho e fomos nos deitar, para podermos descansar&#8230; Mas, quem disse que eu consegui ficar quieto vendo aquela delícia de munher, no frescor da idade, ali, deitada, ao meu lado e entregue aos meus carinhos. Passei a acariciar seu corpo por inteiro, passando a mão dos pés ao seu rosto, dizendo o quanto ela é maravilhosa, gostosa, uma verdadeira Princesa. Ela começou a arrepiar seus pelos e senti que ao passar a mão pela coxa, ela entre-abria um pouco mais as pernas&#8230; rsrsrs. Aproveitei a dica e passei a acariciar apenas a região pubiana, seu baixo ventre e a parte interna das coxas&#8230; enquanto meus lábios sugavam seu mamilo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Comecei a descer, beijando sua barriga e explorando seu clitóris enquanto Rafaela delirava de tesão&#8230; cheguei ao púbis e desci direto para suas coxas, onde mordisquei sua virilha e a polpa do seu bum bum. Ela molhada, me deixando louco com o perfume e a visão de seu grelo, da sua buceta&#8230; não resisti e cai de boca. Enfiei o mais fundo possível minha língua em sua buceta e passei a fudê-la com a língua. Me afastava um pouco e beijava o grelo, lábios e toda sua buceta, sem esquecer de acariciar seu anel de couro com meus dedos, passando a enfiar 1 ou 2 dedos, conforme o tesão aumentava, preparando-o para me receber mais tarde. La já entregue ao dedejo novamente, passou a rebolar na minha boca, prendendo meu rosto entre suas pernas e apertando gostoso minha boca contra sua buceta, parecia que desejava enfiar meu rosto dentro dela. E vendo que ela gozava gostoso, passei a acariciar seu clitóris, bem devagar, para que a sensação fosse prolongada o máximo possível. Ela, estremeceu e quase desfaleceu em meus braços&#8230; Subi para encontrar sua boca e dizer-lhe o quanto foi bom vê-la gozando. Passei a brincar com a glande do meu cacete no seu grelo e ela, ainda em transe, passou a rebolar a pedir para ser arrombada que queria se sentir uma verdadeira mulher&#8230; não uma menina que apenas tinha ficado com alguns garotos&#8230; faz bem para o ego de um homem escutar tais coisas! E para atende-la, coloquei outra camisinha e continuei a brincar com seu grelo e sua buceta&#8230; colocando e tirando, deixando-a louca de desejo, pedindo para ser fudida, penetrada&#8230; ela queria rola de qualquer jeito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Me fiz de rogado e abraçado a ela nos viramnos, passei a ficar por baixo e deixei-a comandar a foda. Ela montou em cima do cacete e cavalgou muito até não agüentar e dizer que estava gozando. Eu pedi para ela ficar em pé, com meu cacete atolado dentro da sua buceta esfregava com vontade seu grelo. Ela entendeu, viu que eu queria vê-la gozando e assim fez. Com meu cacete atrelado dentro da sua buceta esfregava com vontade seu grelo até gozar novamente e cair, deitada no meu peito. Continuei pequenos movimentos, apenas para não deixa-la quieta e sai de dentro dela, passando para cima, fiquei roçando meu cacete na sua bunda e na buceta encharcada. Lubrifiquei o cacete no seu gozo e tornei a meter em sua gruta&#8230; atolando mais fundo possível&#8230; dizendo que ela ainda iria gozar mais vezes naquela tarde&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Quando estava quase gozando, parei um pouco, e comecei a dedilhar seu cuzinho&#8230; ela me disse que era bom, mas que não dera, que era virgem, pois tentou duas vezes e os guris não souberam fazer, causando muita dor. Eu, disse para ficar calma e tranqüila, pois ela iria sentir muito prazer&#8230; e comecei a brincar, hora no anel de couro, hora na buceta&#8230; ela ficando mais disposta, rebolando quando colocava meus dedos no seu bumbum e reclamando quando os tirava. Vi que já estava laceado e que poderia passar a penetrar sua anel. Me posicionei e melando bem meu cacete na sua buça, apontei para seu cuzinho e fui, delicadamente, mas firme e sempre, enterrando até a glande passar. Ela, pedindo para ir devagar, mas não para parar, disse que tava bom, gostoso. Eu fazendo isso, não parei de acariciar seu grelo com minha mão&#8230; e dizendo que era bom fude-la, que era uma delicia ser o primeiro homem a fuder seu rabinho&#8230; ela acostumada com a glande, relaxou mais e me permitiu colocar mais facilmente todo o cacete (18x5cm) &#8230; enterrei tudo e ela sentiu minhas bolas baterem na sua bunda e ficou louca de tesão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Estava dando a bunda, perdeu a sua segunda virgindade de maneira bem gostosa e tranqüila. Não agüentei muito tempo e acabei por gozar e encher a camisinha de porra. Caí desfalecido ao seu lado, esgotado com a tarde de sexo&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Ficamos deitados por mais um tempo, nos acariciando, dizendo delícias aos nossos ouvidos mas, o tempo passou e tivemos que nos arrumar, ela tinha que jantar e seguir para a rodoviária. Trocamos telefones, msn e orkut, pois quando retornasse ao MS iria visita-la para matarmos a saudade. A deixei dentro do ônibus e vi Rafaela partir, esperando poder encontra-la logo, pois foi uma foda muito gostosa e quero repeti-la sempore que possível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Mulheres ou casais liberais que curtam o sexo sem HM, me escrevam.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">lobodf@hotmail.com</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">lobodf</span></p>
<p style="text-align: justify;">       </p>
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		<title>Ejaculação Precoce</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 23:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿
Categoria: aconteceu comigo
Essa eu vou contar, sei que muitos não vão acreditar, mas eu estava lá, e também não há motivo para supostas invenções e, se quiser crer-me ou não, fica a seu critério.
A verdade é que desde antes de meu casamento eu já sabia que tinha problemas. Minhas primeiras experiencias sexuais não trouxeram satisfação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="left: -10000px; overflow: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">﻿</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">Categoria: aconteceu comigo</span></p>
<p><span style="color: #888888;">Essa eu vou contar, sei que muitos não vão acreditar, mas eu estava lá, e também não há motivo para supostas invenções e, se quiser crer-me ou não, fica a seu critério.</span><br />
<span style="color: #888888;">A verdade é que desde antes de meu casamento eu já sabia que tinha problemas. Minhas primeiras experiencias sexuais não trouxeram satisfação e na época nem me dei conta do fato. Só depois de casado e algum tempo de convivência a dois é que tudo veio a tona e se esclareceu.</span><br />
<span style="color: #888888;">Busquei ajuda médica mas o estrago já estava feito. Me casei jovem, contava apenas vinte e três anos, com uma moça também muito jovem e virgem, de família direita e muito religiosa. O caso é que eu tinha ejaculação precoce e de forma muito avançada, e como não tivemos relação antes do casamento, não sabiamos que não iriamos nos completar. Então quando ela começava a esquentar, eu já tinha acabado. E essa ladainha perdurou por alguns anos, entranhando em minha mente todos os tipos de frustação, retraimento, angustia, desespero por não conseguir completar a pessoa amada e, até algumas fantasias.</span><br />
<span style="color: #888888;">Ela nunca conseguia orgasmo comigo, quer dizer, conseguiu alguns, mas as duras penas, e dado a sua formação e conduta, muitas vezes era difícel recorrer a métodos até diria”artificiais” para dar uma acelerada na moça, ficava difícel para mim propor novas experiências, e o caso complicava-se a olhos vistos. Rolou algumas brigas e até nos separamos por alguns dias&#8230; são águas passadas.</span><br />
<span style="color: #888888;">Minha maior vontade era vê-la realizada sexualmente, gozar plenamente e de uma maneira que eu sabia que não conseguiria fazer. Então comecei a imaginá-la transando com outros caras, imaginava-a safada de um jeito que sabia que ela não era, imaginava transas e orgasmos espetaculares e tudo isso foi me excitando muito, de maneira que logo comecei a me masturbar imaginando-a naquelas situações hipotéticas&#8230;</span><br />
<span style="color: #888888;">Sei bem que “o pensamento é a semente da ação”, e fui tratando de tentar levar para o plano material aquelas loucas fantasias. Fui incutindo em sua cabeça, dissimuladamente é lógico, aqueles meus anseios. E como sempre ela refutava. Mas minha ação era inexorável e, paulatinamente fui acostumando-a com a idéia. Falava que tinha uma fantasia de vê-la com outro cara, que era um desejo muito forte, levei-a a um sexshop e comprei uma fantasia da mulher gato. As vezes íamos pra cama e eu fingia ser outro, só pra passar a senseção pra ela. Chamava-a de safada, cachorra, putinha gostosa&#8230; esses adjetivos e, percebi que ela foi aos poucos cedendo e eu, conseguindo minar sua resistência. Passamos a consumir alcool e fazer amizades fora daquele circulo antigo de família e igreja. Íamos pra balada, bailes, bares, bilhar e eu sempre de olho em algum potencial voluntário pra minha fantasia. Um belo dia ela disse que toparia, com as seguintes condições: Alguém desconhecido, que não fosse contratado, que ela mesmo o conquistasse e que ele a seduzisse, tinha que ser corajoso, não magro, nem muito gordo, nem muito branco, de preferência quase negro, boa estatura, que dançasse bem e tivesse um bom papo, pensa&#8230; onde achar essa figura pra se encaixar no perfil. Mas não desisti, passamos por alguns candidatos em bailes e choperias, nos apresentávamos como se fossemos primos ou amigos que tinham saído juntos pra se divertir, que ninguém era dono de ninguém, qualquer um podia o que quisesse mas não nos afastávamos um do outro, questão de segurança.</span><br />
<span style="color: #888888;">Deixe eu falar de minha esposa primeiro. Pensa numa mulher gostosa, que fode pra caralho. Depois que deixou a vida beata começou a transar loucamente. Nessa época eu já tinha feito alguns tratamentos com urologistas, psicólogos e resolvi em parte meu problema de ejaculação precoce, já transava legal, mas ficou a sequela da fantasia que desenvolvi nos árduos anos de inexperiência. Então nossas fodas já eram fenomenais, íamos pra motel, transavamos no carro, em lugares isolados, só pra experimentar diferentes sensações de adrenalina. Mas a fantasia ainda perdurava. Ver outras mulheres transando como em filmes ou escondido assistindo alguém não era suficiente. A foda tinha que ser com a mulher que eu amava, eu tinha que sentir medo, ciúme, prazer, alguma coisa assim e acho que me satisfaria&#8230;</span><br />
<span style="color: #888888;">Voltemos à minha mulher. Altura ideal, em torno de 1,65m, 56 kg, rochenchudinha, carinha de menina inocente, seios fartos, grandes e gostosos, bunda bem arredondadinha, parecendo um coração, uma tetéia, lábios carnudos macios e úmidos, adora beijar na boca e beija bem, pele macia e sedosa, sempre perfumada, xoxotinha raspadinha, bonitinha e apertada, e mexe bem que é uma loucura. Dança muito bem&#8230; nos bailes os marmanjos ficam babando vendo a bunda dela balançar e mexer pelo salão, adora tomar um vinho e geralmente depois da primeira garrafa, costuma topar muitas coisas&#8230; Essa é ela. Agora vou contar o que aconteceu&#8230;</span><br />
<span style="color: #888888;">Já tínhamos tomado uma garrafa de vinho, quer dizer ela, eu só enrolei porque gosto mesmo é de destilados e cerveja&#8230; Deixamos as crianças em casa, temos dois garotos e, detalhe, apesar das duas crias ela parece uma menina virgem, e seguimos pela cidade. Estávamos tomando cerveja num bar que tinha algumas mesas de bilhar, pessoas bebendo e conversando, nossa mesa estava próxima daquelas máquinas em que se coloca uma moeda e escolhe umas duas músicas. Numa mesa próxima tinha três mulheres e dois homens que já estavam pra lá de Bagdá. Riam muito e colocavam forró pra tocar e dançavam ali mesmo num pequeno espaço fazendo algazarra e se escorando uns nos outros. Logo entrou um rapaz, de uns 85kg+-, acredito que 1,78m, digo porque tenho 1,72m e peso 82kg. Era bem moreno, não chegava a ser negro, boa postura, excelente “carcaça” vamos dizer. Sorriso largo, dentes bem brancos, já estava com uma garrafa de cerveja na mão, sentou-se mais próximo aos dançarinos bêbados mas nos cumprimentou com um gesto de cabeça e um sorriso. Minha esposa sorriu pra ele e eu, lógico, ví alí uma oportunidade. Depois de alguns minutos de olhares e risos dos bêbados, deixamos transparecer que não estávamos juntos, ou que não éramos namorados, e pra reforçar a situação chamei uma das bêbadas pra dançar um forrózinho comigo. Mais um pouco de tempo ele se encheu de coragem e se aproximoume pedindo pra ajudá-lo a colocar moedas e escolher músicas, perguntou pra minha esposa, que dissemos charmar-se Vânia, que tipo de música ela queria. Falou que podia ser forró mesmo, ou pagode, se ele soubesse dançar. Tudo acertado na máquina, começou uma música do Revelação e ele atirou pra dançar. A outra musica era um forrozinho, nem lembro de quem, mas dançaram muito bem, insinuantemente e conversaram bastante, não sei o quê. Fim da música, ele a deixou em minha mesa e estava seguindo para a dele, lógico que o convidei pra sentar-se conosco. Ele se chamava Romão e ela me apresentou como Pedro um primo dela. Falamos bastante, dançaram outras musicas, e bebemos bastante, bastante mesmo. Já eram umas duas e meia da madrugada e começou uma discussão entre os que jogavam bilhar&#8230; Foi feia a coisa, teve gente no meio pra separar e um rapaz saiu apressadamente, os que o conheciam disseram que tinha ido buscar uma arma. O dono do bar pediu desculpas e disse que precisava fechar, seu alvará pra funcionar depois da meia noite estava vencido e não queria rolo com a polícia. Tudo certo, pagamos a conta e fomos saindo, convidamos Romão pra mais uma cerveja num posto de gasolina próximo dali. Ele topou e no meu carro com o som bem alto e o alcool mais alto ainda, conversaram e riram animadamente. No posto continuamos na cerveja e com o som do carro, só que o gerente disse que precisava desligar porque não era permitido. Foi a vez de Romão nos convidar pra irmos a sua casa, ficava num bairro do outro lado da cidade, ele só estava nesta parte da cidade porque visitava uns amigos pra uma festinha que não aconteceu. Compramos umas latinhas e lá fomos nós, som alto, mais alcool, mais conversa, mais risos. Ele disse que em sua casa poderíamos ouvir música e ver clips sem sermos perturbados. Era uma casa pequena, no fundo do terreno, tinha uma sala com sofá e tv e atrás já era o quarto com uma grande cama de casal. Tinha só mais a cozinha e um banheiro, mas era conchegante. Colocou um dvd sertanejo do Bruno e Marrone, acho que era o primeiro deles, mas bem legal. Ficamos assistindo e bebendo, deixou só a luz do banheiro acesa e a claridade que vinha da tv. Estavam do meu lado e percebi que ele estava meio sem jeito, mas todos ali sabiam, presentiam, imaginavam, sei lá, o que poderia acontecer. Disse pra me esquecer e não se preocupar, fingir que não estava alí, que eu era fã do Bruno e Marrone e ía curtir o dvd. Eles levantaram pra dançar uma música e ficaram atrás do sofá, onde tinha mais espaço. Logo percebi que a dança tinha parado, olhei e eles estavam se beijando gulosamente, aumentei o som e fingi desinteresse neles. Fingi me deitar no sofá e ficar fora da visão deles, mas na verdade fiquei mais no canto do sofá, onde estrategicamente podia ver tudo, sem ser visto. Os beijos sôfregos continuaram, parece que estavam com uma fome louca e sua mão começou a percorrer o corpo dela, apertar a bunda, ora no seio, ora nas costas por sob a blusa, e ela começou a se esfregar nele levantando levemente a perna direita pra sentir o volume e a pressão de seu pau em sua xoxota. Meu pau também parece que ía estourar de tesão. Os gemidos começaram, ví que ele a virou de costas e se encaixava em sua bunda mordendo-lhe o pescoço, com as mãos nos dois seios, sabia que ele tinha enchido a mão porque eram grandes. Quando olhei pra tv e começou outra música perdi o momento em que foram para a cama, mas como não era um quarto de verdade nem tinha porta continuei olhando. A cama ficava no mesmo sentido do sofá, então para onde estavam as cabeças estavam meus pés, foi um excelente lugar pra assistir. Ela estava deitada e ele começou a tirar-lhe a roupa, primeiro as sandálias, depois o jeans, a blusa já tinha ficado próxima ao sofá. Tudo com jeitinho, mas sem muita cerimônia e até com certa rudeza, coisa de macho quando quer comer logo. Só de calcinha e sutiã ele a sentou na beirada da cama e em pé, tirou a camisa e baixou a calça. Cara, pensa numa coisa grande. Meu pau tem 18cm, mas aquela coisa preta e grossa devia ter uns 25cm sossegado, assustava mais pela grossura que pelo tamanho&#8230; Só tive uma expressão&#8230;”Caralho, fudeu”. E o pau tava teso, latejando. Ela pegou, dava pra ver que tava admirada fez uns carinhos, deu uns beijinhos, meio com medo parece. Ele segurou a cabeça dela e com a outra mão no meio da pica empurrou contra sua boca, parece que nem entrava, mas ela tava chupando direitinho. Eu nem acreditava no que estava vendo. Depois ele a colocou na cama e tirou a calcinha, o sutiã nem vi a hora que sumiu. Ele a deitou e começou a mamar nos peitos e passar a mão na xoxotinha, ela já tava gemendo bastante, e eu quase gozando </span><a href="http://www.doolance.com/site/wp-content/uploads/2011/06/Beijo_1.jpg"><span style="color: #888888;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1861" title="Beijo_1" src="http://www.doolance.com/site/wp-content/uploads/2011/06/Beijo_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></span></a><span style="color: #888888;">sozinho. Baixou a cabeça e começou a lamber sua xoxota, ela vibrou com aquilo, porque segurava a cabeça dele e puxava para entre suas pernas, foi quando teve o primeiro orgasmo&#8230; E quando ela goza é um espetáculo, ela grita mesmo. Aí foi que o negão empolgou, puxou ela pra beirada da cama, bem na quina, é ali que você ganha mais espaço pra meter. Ela pediu pra ele colocar uma camisinha, que ela não transava sem. Foi rapidinho e o pau já estava encapado. Colocou-a de novo na quina da cama e lentamente foi tentando penetrar a xoxota. Ela é apertadinha, não foi um negócio fácil. Mas com jeitinho aquela cobra grossa e preta foi abrindo caminho, suas mãos escuras em contraste com a pele clarinha da bunda dela dava uma visão magnífica, e começou o movimento de vai-e-vem. Bem devagar a ouvi pedir, e cada vez que ele ia até o fundo ela gemia dando um gritinho de aííí, ou, não sei se era um gemidinho gritado, mas aquela sinfonia de gemidos guturais que mesclavam prazer e dor eram uma coisa louca de se ouvir, somado com a visão daquele gigante negro penetrando sua buceta era demais. Aquele vai e vem da bunda dela, que em cada ida e vinda balançava junto com os gemidos que pareciam que iam explodir tavam me deixando louco. Mas ele ainda não tinha colocado tudo até o fim de verdade, dava pra ver que sobrava um pouco de pica pra fora. Nessa posição ela gozou três vezes, depois do primeiro orgasmo os outros são quase simultâneos. Ela já estava molinha com a cabeça grudada no colchão e só a bunda arrebitada pra cima, numa posição de quatro que só ela sabe fazer, desse jeito ela se entregava totalmente e ele podia possuí-la a seu bel prazer, o suor dela minava no meio das costas e também escorria pela dobra dos joelhos, até os pés estavam brilhando de suor. Mas ele não estava satisfeito. Pediu pra mudar, deitando-se na cama mandou que ela montasse sobre ele, ela estava totalmente submissa, depois do quarto orgasmo ela era só dele, pra fazer o que quiser. Ele ficou por baixo e ela se encaixou sobre ele com as pernas abertas, com ajuda das mãos ele foi penetrando novamente. Dessa vez dava pra ver bem como era a penetração. Ele cruzou os braços por trás da cintura dela e ela com aquela bunda que nessa posição parece ficar enorme, só esperou que ele a penetrasse, primeiro estocando vagarosamente, só que dessa vez ele colocava tudo, até o talo, até quase chegar nas bolas, e nesse movimento quando chegava até o fundo, ela gemia dizendo aíííí e tentava sair, mas não tinha como, estava presa, e agora ele podia meter a vontade. Os movimentos foram acelerando, e cada vez que estocava fundo ela levantava a bunda pra sair e ele a puxava pra baixo com os dois braços, fazendo a pica entrar tudo, era quando saia o gritinho gemido. Eu tava gozando sem colocar a mão na minha pica. Foi acelerando o movimento, logo ela não fugia mais, e ao invés disso forçava a bunda pra baixo pra ele meter mais ainda. Nessa hora ví que a camisinha tinha rasgado e ido parar no pé da rola dele. Agora estava mamando em seus peitos e sua mão já não a prendia mais, só segurava a bunda branca naquele movimento frenético de vai e vem. Ela já tinha gozado outras tantas vezes e agora foi a vez dele. Como não sabiam que a camisinha tinha rasgado gozou dentro dela, que deve ter sentido o leite quente e branco daquela pica grossa e preta lhe enchendo as entranhas, foi um gozo gemido e comprido. Eu também já tinha gozado. Foram longos segundos de um orgasmo completo, pleno. Ela ficou toda mole em cima dele e trocaram beijinhos e risinhos. Ela sempre ri depois que goza muito. A pica parece que não amolecia, não saía nunca. Dei um jeito de me limpar com minha camisa mesmo e fingi estar adormecido assistindo o dvd. Logo estavam recompostos no sofá tomando cerveja e trocando beijos, desfrutando de uma intimidade e cumplicidade que parece que nunca tive com ela, eram cúmplices de uma realização sexual plena. Depois nos despedimos e fomos pra casa tomando cerveja no carro, ela perguntou se eu assisti, disse que amei, ela falou que estava com a xoxota ardendo. Quando chegamos em casa não aguentei e tive que comê-la do meu jeito mesmo. Fiquei excitado vários dias com aquela transa que assisti ao vivo. Depois tiveram outras, mas acho que nenhuma melhor que essa. Quem sabe conto alguma um outro dia.</span></p>
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		<title>Estacionamento do Shopping</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 11:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elico</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Senhores, como disse antes, estou fora de Brasília-DF desde o fim de março e, isolado em Campo Grande/MS, passo o tempo indo ao shopping e teclando na net procurando alguma aventura. Neste meio tempo, participando de um chat de Campo Grande comecei a teclar com um casal da cidade que desejava encontrar outro casal para uma aventura naquele dia. Uma quarta-feira. Bem mas, antes, deixem-me dizer que sou uma pessoa de 1.80mt, 95kg, branco, olhos esverdeados e dote como nas fotos do anuncio. Gosto do sexo de uma maneira ímpar, onde todos possam realizar suas fantasias e sem cobranças, nem hm ou drogas. Mas, voltando ao chat, disse que estava num hotel em Campo Grande sozinho, desde o dia 28/3 e que estava procurando amizades e indaguei se eles curtiam o ménage masculino. O casal &#8220;P e D&#8221; me disseram que sim e que eram, inclusive, freqüentadores do clube DooLance e que poderíamos combinar alguma coisa para o fim da tarde. Achei legal e começamos a conversar um pouco mais e trocamos MSN, pois assim teríamos mais liberdade para nos conhecermos. &#8220;D&#8221; disse que teria 34 anos e &#8220;P&#8221; seus 28 anos, mostrando algumas fotos com uma linda mulher, corpo desenhado, cabelos abaixo dos ombros, pretos, marca de biquíni fantástica e uma bucetinha toda depilada – do jeito que gosto, além de seios pequenos que cabem por inteiro na boca. Ficamos conversando sobre fantasias e eles indagaram o que iria fazer naquela noite. De pronto disse que nada que iria ao cinema, no chopping, e que depois das 19hs estaria livre. Da me perguntou se eu já havia ficado com alguma mulher no cinema e eu lembrei se uns pegas que dei em Brasília e em São Paulo, onde ganhei uma gostosa chupada enquanto o marido comia a esposa&#8230; disse que sim e que o ideal era que &#8220;P&#8221; fosse de saia ou vestido solto, sem lingerie, pois assim ficaria muito mais fácil para realizarmos nossas fantasias. Combinamos que eu escolheria o cinema e os esperaria nas últimas fileiras do cinema mas, em função do feriado, o chopping estava lotado e o cinema também, alem do que, as cadeiras do cinema não permitem que os braços divisores sejam levantados, o que iria dificultar, e muito, nossas aventuras. Fui ao cinema, assisti um filme e aguardei a ligação deles. Perto das 20hs me ligam e dizem que estão chegando, de pronto passei no Carrefour, comprei um uísque red, alguns energéticos e fui para o estacionemento espera-los, pois não teria como fazermos a brincadeira no cinema. Eles chegaram no estacionamento e me ligaram, disse para virem ao estacionamento da Riachuelo, na parte de cima do shopping, onde estava bem isolado e com poucos carros. Estacionaram do lado do meu carro e confesso que quando &#8220;P&#8221; desceu do carro com aquele vestido leve, solto, me deixando ver os mamilos por baixo do tecido, quase a agarrei ali mesmo, fora do carro. Nos cumprimentamos e passei para eles a situação do cinema e decidimos ficar bebericando ali mesmo, no estacionamento mas, preocupados com a proximidade de 2 vigilantes, entramos no carro deles e continuamos a conversar. Eu, sentado no banco de trás e o casal na frente. Após a primeira dose de uísque, &#8220;D&#8221; me disse que ela estava como eu havia pedido: de vestido e sem nenhuma lingerie, eu disse que queria ver e ele simplesmente levantou todo o vestido da Pri&#8230; que delícia ver aquela linda mulher, nua, se exibindo para mim com a aprovação e a ajuda do marido. A puxei para mim e dei-lhe um gostoso beijo, enquanto alisava sua bunda macia e seguia em direção a sua buceta, depilada, e havida por carícias. O marido soltou a esposa e começou a tocar uma punheta, nos servindo um pouco de uísque de vez em quando e, eu, mais do que depressa a puxei para o banco de trás e coloquei meu cacete para ela mamar. A gata se deliciava, colocando meu cacete na boca, chupando a glande ou as bolas ou, ainda, passeando a língua por toda sua extensão, sem deixar de olhar para o marido que assistia dizendo: ”não era isso que você queria? Me ver chupando um belo cacete?” O marido simplesmente olhava extasiado. E eu curtindo a chupada e acariciando o grelo e a bucetinha dela, quase que deitado no banco traseiro do carro deles. Rapidamente os vidros ficaram embaçados e começamos a ficar ousados, os carros, ao entrarem no estacionamento, passavam do nosso lado e nós não ligávamos para mais nada. A gata pediu a camisinha, disse que queria cavalgar meu cacete, retirei do bolso e dei para que ela colocasse e pudesse saciar sua sede de pica. Levantou-se e veio abaixando, até encostar sua púbis na minha e eu fui a loucura de provar aquela bucetinha depilada, me esquentando o pau, e rebolando e gemendo no meu cacete, enquanto sorvia seus seios com a maior tara possível&#8230; o marido apenas punhetava e acariciava sua bunda dizendo para ela se deliciar que era um presente para ela e que faríamos mais coisas ainda. Ela ficou nessa posição um pouco e, depois, virou, sentando de costas para mim, me mostrando aquele cuzinho gostoso, a marca de biquíni sensual, para poder chupar um pouco o corninho – a essa hora já de joelhos entre os bancos de frente&#8230; Passamos um tempo, trocamos de posição e a puxei para ficar de quatro no banco de trás e me ajoelhando passei a fude-la bem gostoso, enfiando todo o cacete de uma vez e bem fundo, para que ela pudesse gemer e sentir até o talo entrando&#8230; ela gemendo e rebolando pedia para estocar mais forte e rápido, para gozar na bundinha dela&#8230; mas, eu não queria, queria me acabar naquele rosto lindo e naquela boca carnuda, dignas de uma rainha. O &#8220;D&#8221;, já tinha gozado e apenas observava sua esposa rebolando na vara, dizendo que o amava e que ela era feliz com o seu corninho. Não agüentaria muito tempo e, então tirei a camisinha e pedi para ela chupar meu cacete e tomar meu leite. A gata, simplesmente deitou no meu colo, virada para o corno e disse: “peça para meu macho gozar na minha boca! Peça para eu beber sua porra, seu leite e me lambuzar com ele” Não é o que você gosta de me ver fazendo? “ O marido simplesmente pediu: Goza na cara dessa putinha, ela quer tomar seu leite. Quem resiste a um pedido de corno?? Derramei minha porra na sua boca, olhos, rosto e cabelos, fiz uma festa, tamanho o tesão que estava&#8230; e &#8220;P&#8221;, como uma putinha sorveu toda a porra e ainda fez cara de quem queria mais&#8230; Nos recompomos, abrimos os vidros e as portas, para podermos descansar e, degustamos um pouco mais de uísque, para sairmos e irmos assistir a um filme, sem maiores intenções mais, no cinema, o clima voltou a esquentar e resolver ir para o meu hotel, onde passamos mais um tempo fazendo outras loucuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Beijos e abraços Lobodf @hotmail.com</p>
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<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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