Categoria: Swing
SÉRIE INESQUECÍVEL I , COMO TUDO COMEÇOU
Meu nome é SR (apelido), hoje tenho 50 anos, tenho 1:74, 55 kilos, olhos verdes, cabelos longos, mãe de 5 filhos, todos com AW (apelido), sempre tive vontade de dizer como me tornei uma puta, mas não tinha coragem, até que li umas histórias no Paraíso Brasília, que me fizeram mudar de idéia e então espero que gostem. Quando tinha 14 anos, já tinha a altura de hoje, meus pais são bem altos, eu já pensava em sacanagem e me masturbava rotineiramente, sonhava com uma piroca bem grande e grossa que pudesse me preencher totalmente, lia revistas de sacanagem do Carlos Zéfiro sempre, para alimentar os meus sonhos secretos. Um dia estava na escola e conversando com uma amiga me falou que na rua dela tinha um rapaz, que tinha uns 19 anos (5 a mais que eu) que tinha uma pica enorme, que era a alegria das mulheres da rua dela, ela mesma já tinha segurado e chupado várias vezes, tinha umas vizinhas dela, casadas, que já tinha transado com ele e diziam que era fantástico, aquilo não saía da minha cabeça, só de pensar corria para o banheiro para me masturbar, e só com a imaginação o gozo já era sensacional, imagine ao vivo. Um dia esta amiga, que morava perto de mim, me chamou para estudar na casa dela, fiquei logo assanhada com a possibilidade, mas fiquei na minha, só esperando, quando acabamos de estudar ficamos na janela conversando quando Sueli, o nome da amiga, me falou que o rapaz estava vindo da faculdade e me mostrou, ele tinha uns 1:90 de altura, era forte, olhos azuis, louro, um gato, fiquei logo molhada. Como a mãe da Sueli trabalhava fora, só voltando tarde, ela me perguntou se eu gostaria de conhecer o AW, claro respondi imediatamente, Sueli chamou e ele veio como não quer nada, quando me apresentou fiquei gelada, mas só pensava na tora dele, pensei que não ia rolar nada, quando Sueli falou para ele ficar em pé, foi até ele abriu a calça e colocou para fora o “troço”, realmente era enorme, logo que ela segurou a pica começou a crescer e ficou de um tamanho que não poderia imaginar, ela começou a punhetá-lo e logo depois a chupá-lo, ficaram alguns minutos nessa, até que ela me perguntou se queria experimentar, era tudo que eu queria, quando segurei aquele tronco, pensei esse cara vai ser meu, segurei com prazer e não resisti e caí de boca. Sueli falou que eu poderia desistir que ele não goza nunca, pensei comigo mesma, vamos ver se ele vai resistir e comecei a mamá-lo como minha mãe fazia no meu pai e eu via escondida, enquanto fazia isto ia sentindo um pulsar mais ritmado dentro da minha boca, e ele começou a ficar agitado, revirava, batia a perna e eu não tirava aquela maravilha da boca e a minha língua não parava, até que de repente explodiu na minha boca aquele líquido quente de sabor maravilhoso, a quantidade era tanta que não tive outra alternativa a não ser engolir, era tanta que tive que tirar da boca para não engasgar, aí Sueli de boca aberta aproveitou um pouco da porra que ainda escorria. Eu não sei o que aconteceu que AW passou a me procurar com freqüência, começamos a namorar, sempre abocanhava aquele mastro, mas sabia que ele transava com outras mulheres, eu ainda era virgem, seria por pouco tempo, até que perto do aniversário dele, dei-lhe de presente a minha xaninha virgem, para ver aquilo tudo entrar em mim, me depilei totalmente, aí vim a saber que xaninha depilada era a tara dele. O que eu tinha sonhado aconteceu, passamos a transar sempre que podíamos, ele me ensinou tudo que faço hoje com prazer, o duro mesmo foi quando dei o rabo pela 1ª vez, naquela época não existia o KY de hoje , era vaselina mesmo, ele lambuzou bastante e tentou mas de 4 não conseguiu, botei ele deitado, lambuzei um pouco mais, encostei o buraquinho no cabeção e fui forçando de vagarinho até entrar até os ovos, gozei pela 1ª vez com uma pica no rabo, hoje é rotineiro, mas à época foi uma maravilha, mas mesmo assim sabia que ele comia outras, até entendia porque nós trepávamos a tarde toda ele só gozava uma vez, mesmo assim depois de demorar muito, até que ele me disse em quem mais ele enfiava a pica, fiquei curiosa, tanto insisti que comecei a acompanhá-lo nas sacanagens quando dava. A primeira foi com uma vizinha chamada Ana Maria, o marido era da Marinha Mercante e vivia viajando, quando lá chegamos ela já o esperava nua com uma toalha enrolada, ela ficou espantada e quando AW falou que era a sua namorada e a partir de hoje eu iria participar de todas as sacanagens dele, deixei AW traçar ela, só ele encostar o cabeção ela já gozava, vi ele come-la de todas as formas até que virou para ela e mandou ela chupar minha xota, era primeira vez que uma mulher me chupava, era ótimo mesmo principalmente quando estava com a rola de AW no meu cú, ele ficava sentado com a pica dura vendo a gente se chupar, gozamos várias vezes assim, ele me incentivava a ter relações com outras meninas, mas não era somente pelo meu prazer e sim pelo fato que somente eu não o satisfazia, a potência dele era demais. Quando se formou em Engenharia eu tina 15 anos completos, já estava na sacanagem direto, quando ele me disse que tinha conseguido uma bolsa de estudos na Alemanha e queria que eu fosse com ele, fiquei animada, mas meu pai não autorizou dizendo que só poderia ir casada, fiquei desesperada pois já estava viciada naquele caralhão, não poderia ficar sem ele, conversamos e chegamos a conclusão que o único jeito era engravidar, parei de tomar pílula e começamos a fuder todos os dias, faltava ao colégio para trepar com ele foram 15 dias dessa forma, trepando de manhã, a tarde e a noite, até que, comecei a enjoar, então o primeiro estava a caminho e meu pai não teve outra alternativa a não ser autorizar o casamento, e assim, consegui acompanhá-lo rumo a Europa. Aí é que ficou bom, as sacanagens na Europa, mas isto depois eu conto!!
SÉRIE INESQUECÍVEL II, NA EUROPA
Fomos para a cidade de Munique, nos instalamos em um apartamento da Universidade, e procurei um curso para aprender alemão, neste curso a professora chamava-se Marina, era uma morena de estatura mediana, muito falante e simpática, um corpo bonito, era casada com o dono do curso chamava-se Kurt, ambos muito legais e a amizade cresceu logo, eles tinham um chalé no interior, era pequeno mais em um lugar lindo, nos chamaram para passar um feriado com eles, estava no 3º mês de gravidez, a barriga ainda não aparecia, chegamos na sexta-feira a noite, estava no início da primavera, um pouco de frio, os homens foram buscar lenha para a lareira e Marina e eu fomos arrumar os quartos, só tinha um quarto, que era o deles e um mezanino aonde ficaríamos, eles acederam a lareira e ficamos bebendo, o aquecimento estava funcionando e começou a ficar quente, junto com a bebida começamos a falar de sacanagem, quando Marina perguntou se gostávamos de filmes pornôs, falamos que sim, olhei para AW, pisquei o olho como já sabendo o que viria, e dito e feito, só que o filme era a sacanagem de Kurt com Marina e outro cara, nesta hora AW já estava me agarrando tirou a minha roupa e começou a me chupar eles estavam fazendo a mesma coisa quando meu marido me coloca de quatro e enfia toda aquele caralhão na minha xana depilada, Kurt estava com a pica duríssima sendo chupado por Marina, mas ela estava de olho mesmo no tronco do meu marido, quando Kurt se levantou, veio em minha direção e colocou a sua piroca na minha boca que comecei a chupar com prazer, minha amiga se levantou e foi para trás de AW que continuava me bombando, que beleza a pica do alemão era menor que a do meu marido, porém era grossa e gostosa, foi uma delícia ficar com duas picas maravilhosas dentro, gozei muito, quando para minha surpresa meu marido chama Kurt e manda ele enfiar a vara em mim, foi meu primeiro swing, por que AW voou literalmente para cima de Marina, ela engoliu aquele caralho com prazer, então resolvi aproveitar para valer, ele enfiava a pica em mim de todas as formas, ele encheu a minha boceta com muita porra, gozei bastante, ficamos encharcados de suor, enquanto isso meu marido socava Marina, ela teve muitos orgasmos ela parecia uma batedeira de bolo encima da pica de AW, ela parecia nervosa pelo fato de ele não ter gozado ainda, ela não conhecia a peça, eu e o alemão estávamos exaustos, enquanto eu e ele tomávamos uma bebida observávamos AW castigando a coitada, agora ele estava com toda aquela tromba no rabo de Marina que berrava como uma cadela no cio, tendo orgasmos sucessivos até que caiu destroçada e meu maridão sorrindo para mim com aquela maravilha que me dá tanto prazer duro como uma rocha, vermelho como um tomate, olhando para mim com os olhos perguntando se queria um pouquinho mais de prazer, não me fiz de rogada e sentei no pau dele, beijando-o com paixão, preenchida de prazer, quando em determinado minuto sinto uma mão as minhas costas, uma boca chupando a minha nuca, um beijo no ouvido que me fez sentir calafrios ao mesmo tempo que apalpava a minha bunda, nisto o doido do meu marido se deita, me puxa para cima dele e cochicha no meu ouvido, para empinar a bundinha que o alemão vai botar no meu cuzinho, falando que ia ser a minha primeira dupla penetração, o gringo com todo carinho do mundo, bota um dedinho no meu buraquinho, fica alargando ele, enfia o segundo, eu senti que o momento era eminente, parei de mexer a buceta, esperando a hora, o tesão da espera era enorme, quando sinto a pontinha do caralho dele na minha rodelinha, o bichão dele foi pedindo passagem com desenvoltura até chegar nos ovos, quando iniciou um movimento entrada e saída constante e vigoroso, que foi aumentando e aumentando até que senti aquele líquido quente e abundante dentro do meu rabo, fazendo que o meu gozo fosse expresso por um grito de satisfação, ele ainda ficou com a sua tora um pouco de tempo dentro de mim, quando senti ele amolecendo e lentamente se retirando, quando isto aconteceu meu marido após ver o meu sorriso de satisfação, me ergueu como uma folha de papel e ainda com o seu caralho cravado em mim começou a movimentar-se com velocidade, com um furor imenso, senti que enfim ele ia gozar e gritei: Vai seu puto! Me enche de leite, Inunda a buceta da sua puta com toda esta porra!. Quando terminou estava exausta, toda arrombada e com os meus buracos cheios de amor e prazer. O final de semana foi intenso, trepamos muito, Marina também fez DP pela primeira vez, tomamos banho juntos várias vezes, foi o primeiro de vários finais de semana de prazer que aproveitamos muito, quando estava com seis para sete meses da gravidez não conseguia participar com intensidade das nossas sacanagens, não podia me dar ao luxo de participar como gosto mas Marina, junto com uma amiga do curso sempre que podiam saciavam o fogo de AW, claro que eu assistia e até encorajava o prazer de meu maridão sem vergonha.
SÉRIE INESQUECÍVEL III, EM PARIS
O nosso primeiro filho nasceu de parto normal, um menino, graças a Deus, nossos pais foram nos visitar em Munique, a minha mãe ficou 3 meses comigo, mas logo que sai do resguardo fui querer tirar o atraso com AW e engravidei de novo e de novo de parto normal nasceu uma menina, enquanto estava nesta fase da vida, tive que maneirar na sacanagem, entrando nos 18 anos e já com 2 filhotes a coisa ficou complicada, mas na nossa alcova, conversávamos para saber quando voltaríamos a fazer as nossas estripulias. Nesta fase AW e os nossos amigos Kurt e Marina, Rachel e o marido Hans, continuavam na sacanagem, eu não podia participar e ao mesmo tempo não tinha o direito de impedir que meu marido fosse feliz. Ele terminou o doutorado e conseguiu um estágio de trabalho em uma empresa alemã que tinha interesse em investir no Brasil, permitiria que ele ficasse cerca de 2 anos mais lá, se preparando para retornar, fazendo cursos internos e visitas as fábricas já existentes. Neste período apareceu um curso de 20 dias em Paris, ele gostaria que eu fosse com ele, eu já estava apta as nossas sacanagens habituais, mas existiam as crianças, solicitei a cobertura dos meus sogros que prontamente atenderam o pedido e foram ficar com as crianças, a menina já estava no desmame, eu estava malhando muito e com o corpo quase no normal, e estava precisando de muita mas muiiita putaria para tirar o meu atraso. Ficamos em um apartamento da companhia perto do centro de Paris, de cara convidamos os nossos amigos de Munique para passarem um final de semana conosco, fizemos muito sexo anal, muita DP, muita sacanagem mesmo, se aquele apartamento falasse, nós estávamos fodidos. Em busca de novas emoções, Kurt deu a idéia de eu e Marina, nos vestirmos de prostitutas e fazermos sexo ao ar livre nas ruas de Paris, quando escutei, fiquei logo com a bucetinha molhada de tesão, só que não podíamos sair do apartamento vestidas daquele forma, a solução foi irmos para um hotel de 3ª categoria, para nos arrumarmos, assim foi feito, nós estávamos que nem 2 piranhas da Praça Mauá (lugar de prostituição no porto do Rio de Janeiro), entramos no carro e fomos para o Bois di Boulogne, local em Paris de prostituição, gays e drogas, quando lá chegamos, saltei do carro com Marina e fomos para debaixo de um poste de luz, os rapazes foram dar uma volta no quarteirão para mostrar maior realidade, quando chegaram nos viram, piscaram os faróis duas vezes como normalmente é feito para chamar as putas e os gays, chamamos eles, que saíram do carro e se dirigiram em nossa direção, notei que AW foi até Marina e Kurt na minha direção, automaticamente fiquei de joelhos, abri o zíper dele tirei a pica para fora e comecei a chupá-lo, olhei para o lado o mesmo estava acontecendo com AW, era uma sensação gostosa, nunca sentida, o farol aceso em nossa direção e agente fazendo um tremendo boquete no meio da rua, não satisfeita com isto pois carros passavam e nem se importavam, fui em direção ao poste me apoiei nele, virei para ele, abri as pernas, levantei a saia, já estava sem calçinha, e preparei para receber o mastro dele, que prontamente foi se instalando na minha gruta, que sensação diferente, no outro lado AW sentado no banco ao lado com Marina cavalgando no tubo do meu marido, comigo Kurt enfiava na xana, tirava e enfiava no cú, gozei umas 3 vezes,o meu parceiro estava tão excitado que conseguiu gozar muito, tanto que escorria pelas minhas pernas aquele porra quente, Marina fazia seu show habitual, berros e gozos sucessivos, só o meu maridão mantinha concentrado na performance, quando dei por mim existiam algumas pessoas observando nossa festa, aí resolvi aparecer e queria fazer uma DP, mas os meus parceiros não quiseram e fomos embora, pegamos o carro e dentro dele tiramos as roupas que vestíamos colocamos dentro de um saco e jogamos na primeira lixeira que encontramos, vestimos umas capas longas e voltamos para o apartamento aonde terminamos a noite com várias DPs sucessivas, neste dia Marina tentou colocar as duas pirocas na sua bucetona, mas não conseguiu, isto seria realmente um feito e tanto.. No dia seguinte eles voltaram para Munique e fiquei passeando pela cidade enquanto AW foi trabalhar, nestas andanças pelo centro vi um cartaz de uma casa de swing, no centro, parecia ser de alto nível, pois cobrava um valor alto como entrada, fiquei logo assanhada com o pensamento que tive. Quando AW chegou, comentei o que tinha encontrado, ele gostou dizendo que na próxima sexta-feira iríamos conhecer, isto realmente aconteceu, quando lá chegamos encontramos um ambiente sofisticado, mulheres muito bonitas e homens charmosos, fomos para o bar, tomar algum drink, quando um casal sentou ao nosso lado, tentamos nos comunicar, mas eles só falavam francês estava ficando difícil, ele era alto, olhos azuis e ela bem bonita, usava um vestido comprido praticamente transparente, com as costas totalmente nuas, o meu decote perto do dela era inexistente, mas a linguagem da sacanagem nós entendemos logo, ela segurou o braço de AW e o rapaz o meu, nos guiaram até uma festa privê, em que deveriam ter uns 5 casais, muita bebida, até que o rapaz que me acompanhou me apresentou um rapaz alto, deveria ter quase uns 2 metros de altura, parecia árabe, o que mais tarde confirmei, chamava-se Ahmet e falava um espanhol arrastado mais que dava para entender, a sua mulher parecia uma deusa grega de bonita, uma determinada hora, as luzes foram escurecendo e o cara me pegou pelo braço e danou a me beijar, o que aceitei com prazer, ele pegou o meu vestido por baixo levantando-o de uma só vez, deixando-me nua, já que estava na chuva era para se molhar, cai de boca na piroca dele, quando olhei para AW, a mulher do cara já estava com aquele caralhão enterrado na sua buceta e gritava de prazer, a tromba do árabe não era grossa, era comprida, pensei comigo mesma com este aí vou conseguir a posição que já tentei varias vezes e não consegui, ele educadamente me colocou de 4 e afundou sua mangueira em mim, nunca tinha transado com uma tão comprida, estava bem gostoso, quando chegou um outro cara, já com mastro levantado que com prazer acolhi na minha boca, enquanto fazia isto AW colocou a mulher de 4 penetrou com raiva no cú dela, acho que era 1ª vez porque ela berrava tanto que assustava, até veio uma amiga dela deitou na mesa abriu as pernas e ela se afundou na xana da outra chupando com tesão, os dois gozaram em mim, quando árabe saiu, eu não deixei ele se afastar, coloquei ele deitado e tratei de enfiar aquela mangueira no meu rabo, chamei o meu marido para penetrar na minha buceta, mas ele não conseguiu se desvencilhar das outras mulheres, até que apareceu um negro que não tinha visto no ambiente, que enfiou tudinho em mim, o cara que tinha feito boquete estava do meu lado e me emprestou a sua piroca dentro da boca, gozei muitas vezes nesta posição, quando todos os caras estavam cansados com os mastros arriados, eis que surge AW para completar o meu prazer. A minha estada em Paris foi ótima, vocês também não acham?
SÉRIE INESQUECÍVEL IV, VOLTANDO PARA O BRASIL
Quando voltamos para o Brasil, a nossa maior preocupação era montar a nossa casa, inicialmente AW foi passar uns tempos em Curitiba enquanto nos instalávamos em Niterói, nos finais de semana deixava as crianças com os avós, pegava um avião e ia ao encontro do meu picão. Numa destas idas e vindas, meu marido decidiu que iríamos a uma boate na cidade para dançarmos um pouco ou quem sabe algo mais picante, naquela época não existia internet, muito menos clubes de swing, as situações eram mais cuidadosas. Quando lá chegamos, o ambiente era bastante legal, boa música, começamos a nos divertir, não conhecíamos ninguém, ficamos na nossa, uma determinada hora saímos para pegar um pouco de ar, quando nos deparamos com um casal ele com uns 30 ela com uns 25, eu estava indo para 20 e AW para 25, estavam se amassando e ficaram meio sem graça quando chegamos, mas procuramos deixá-los à vontade, quando ela puxou assunto conosco dizendo que não eram de Curitiba e sim de Porto Alegre, ela Cristina, ele Luiz Alberto, falamos que éramos do Rio, mais precisamente Niterói, e que era chato estar em um lugar aonde não se conhecia ninguém, papo vai e papo vem, eles nos convidaram a beber uma saideira na casa em que estavam, que era da família dele, aceitamos e cutuquei meu marido dizendo que ia dar samba, estava um dia típico de verão, muito quente, era uma casa grande, tinha uma bela piscina e sauna grande, começamos a beber e conversar descobrimos que eles também estiveram um bom tempo na Europa e se adaptaram muito bem lá, Cristina me chamou a parte e perguntou se gostaria de dar um mergulho, falei que adoraria mais não tinha biquíni , ela perguntou então se teria problema tomar banho nua, falei que não muito pelo contrário, voltamos para perto dos rapazes, ela virou para o marido e falou que iam dar um mergulho, deixou cair o vestido o que tb fiz em seguida e mergulhamos, eles fizeram a mesma coisa e mergulharam, Luiz não tirava os olhos de mim, ele ficou impressionado por eu estar depilada e sem nenhuma marca de gravidez, fiquei conversando com ele dentro d’água, na borda da piscina, e Cristina e meu marido do outro lado, quando chegamos perto deles eu me pendurei em Luiz e Cristina imediatamente segurou a pica de AW, Luiz me colocou sentada na borda abriu a minha perna e imediatamente começou a me chupar, era uma chupada diferente, mais quente o hálito dele entrava tão quente que me arrepiava toda, notei que o instrumento dele não era grande mas muito grosso, pedi que saísse da água e sentasse, segurei com carinho fazendo uma massagem nos ovos dele, até que o direcionei para os meus lábios, colocando-o totalmente na boca, ao mesmo tempo que ele se virou, procurando com o rosto o meio da minha perna, com a sua língua se aprofundando em mim, enquanto isto Cristina dentro da piscina, estava entrelaçada com a tora do meu marido dentro dela, porque ela gritava de alegria e prazer sem parar, quanto a mim, confesso, que o Luiz chupava como ninguém, gozei umas duas vezes com sua língua me penetrando, só de imaginar ele me comendo gozei mais uma vez, nesta hora ele me encheu de porra, foi muito bom mesmo. Confesso que não imaginava que eles fossem tão animados, quando nem tinha acabado de engolir toda aquela porra, Luiz sentou em uma das cadeiras da piscina, puxando-me pelos braços, segurando no meu rosto, levando os seus lábios aos seus, penetrando-me com sua língua com o meu gosto de mulher, recebendo a minha com o seu gosto, fazendo este beijo ardente ser o início de uma penetração fazendo-me sentar na mangueira dele, o que fiz radiante, ela era muito gostosa e viril, que se transformou em um furacão de tesão, explodindo algum tempo depois em um gozo mutuo espetacular, mesmo depois do gozo, Luiz me socava como um alucinado, orgasmos se sucediam de uma forma incontrolável, a potência física dele era quase igual a do meu marido e me completava totalmente, e ele não tinha ainda penetrada em todos os lugares do meu corpo, pois após esta entrada, seria necessária uma pausa para que as pernas minhas e dele voltassem ao normal. Ao lado Cristina e AW pareciam insaciáveis, ela queria sempre mais e meu marido socava com uma velocidade incrível, ela gozava e queria mais, mais e mais, só que ela não conhecia ele, ele só gozava quando queria e dizia sempre, gosto de gozar contigo minha putinha, eu ficava toda prosa, porque eu gozava muito com os outros e ainda tinha a preferência do meu gato, era o máximo para mim!. Quando eles deram uma parada fui logo sentar no colo do meu marido, que ainda estava com a chama acesa e não deu outra, coloquei a língua no seu ouvido e comecei a mexer bem safadamente, e aconteceu o que queria ele me levantou como uma folha de papel, eu me entrelacei na sua virilha e com a mão encaminhei sua metralhadora para o meu rabinho, a sensação daquele moedor de carne entrando devagarzinho foi ótima, quando chegou até os ovos ele começou a me socar como um louco, os nossos amigos não acreditavam no que viam, AW de pé comigo grudada nele e com aquele mastro todo comendo o meu rabinho, mexendo como um possuído, até que ele me pergunta, Vamos?, respondo é para já e juntos demos uma gozada fantástica a quantidade de porra que escorria na minha perna era grande, na hora do gozo meu marido fica vermelhão de adrenalina para depois explodir numa feição de felicidade e prazer que vale a pena, desabamos ao chão e ficamos alguns minutos respirando, Cristina veio em minha direção, levantou as pernas e ficou chupando todo o líquido que restava dentro de mim. Fomos beber alguma coisa quando Luiz perguntou onde estávamos hospedados, dissemos, e ele nos convidou para ficar na casa dele, prontamente aceitamos, pois era prenuncio de muita sacanagem, eram 02:00 hrs. não dava para ir no hotel pegar as nossas coisas e o carro, deixamos para mais tarde, e fomos para a sauna, aonde rolou mais putaria, lá Cristina fez uma DP maravilhosa com AW cravado no seu rabo e Luiz na sua buceta, foi sensacional, mais precisávamos dormir um pouco. Quando acordei, Luiz e meu marido já tinham saído para buscar as nossas coisas no hotel, botei o roupão e fui tentar fazer um café, mas a mesa já estava posta, com Cris nuazinha em pelo, comendo vagarosamente, quando cheguei, dei-lhe uma bitoca rápida e sentei para fazer um lanche, quando começamos a conversar sobre a noite passada, quando ela me confessou que nunca tinha visto uma pessoa fazer o que AW faz com sexo, confessei então, que entrei nessa por causa disso, ele não se contenta com uma só, melhor dividir do que perder, o que ela concordou rapidamente, quando perguntou se teria problemas, convidar um casal para passar o dia conosco, disse que eram bem legais e pensavam como nós, cabeça feita, afirmei que não era problema, podia convidar, quando ela me perguntou se faço programa sozinha, falei que nunca tinha feito, mas não via isto como nada de mais e que AW não se importaria também. Quando os rapazes chegaram estávamos pegando sol, quando Cris disse para Luiz que tinha convidado Paulo e Iara, para aproveitar o dia, quando Luiz disse para vestirmos os biquínis para não chocarem as visitas, depois das apresentações vale tudo, assim foi feito, quando chegaram, logo que vi gostei, Paulo era alto como AW e Luiz, moreno, olhos azuis, ombros largos, Iara tinha quase a minha altura, olhos verdes também, cabelos escuros bem compridos e um corpo muito bonito, a surpresa era que estavam acompanhados de uma mulata, no mais perfeito estilo carioca, chamava-se Diana, nos foi apresentada como nossa namorada, estranhei mas fiquei na minha, só que a Diana tinha um corpo espetacular, seis fartos e duros, coxa larga, quadris grandes, estava com biquíni branco estonteante, AW estava vidrado nela, percebi, não esquentei, vamos ver o que rola. Começamos a beber quando Cris liberou geral e todos ficamos nus, Diana parecia uma deusa de ébano, não tinha um pelo no corpo, lisa como espelho, quando olhei e vi o aparelho de Paulo era muito grande, mais fino, o que me fez imediatamente lembrar Paris, a sacanagem começou, Cris grudou em Diana, Iara em Luiz e eu em Paulo e AW só observando o que ia dar, só que ele se encaminhou para Diana que estava de quatro chupando Cris, ele começou lambendo as costas dela, beijando a nuca, ela instintivamente abriu as pernas e empinou o quadril liberando o seu corpo para a penetração, só que ela não tinha visto o tamanho do pênis de AW, quando sentiu o diâmetro, recuou, colocou a mão para sentir o volume, levou um susto e virou o rosto quando viu AW sorrindo para ela, nisto se posicionou melhor, abrindo mais as pernas, e piscou para ele que imediatamente começou a forçar a passagem, a medida que vagarosamente ia penetrando, ela gania como uma cadela do cio, quando finalmente os ovos se encontraram com o dorso dela, ele começou o movimento de entra e sai cada vez mais rápido até que ela deu um berro de prazer, tirando rapidamente o pênis dele de dentro dela à espera do gozo dele na sua boca, que não veio, decepção completa, no meio das gargalhadas dos outros que já sabiam da fama do meu maridão. O dia foi repleto de sacanagem, eu consegui colocar o Paulo no meu Rabo, o meu marido me completou na xaninha e Luiz me deu o seu pau que chupei vorazmente, foi uma perda total em que os três me inundaram de muita porra, e as três completaram sugando tudo isso com as suas línguas, foi o máximo!!!!!. Pena que tinha que voltar no domingo para cuidar das crianças, mas AW acabou ficando direto na casa deles enquanto trabalhava e com certeza comia muitas vezes a Cris junto com Luiz e eu no Rio chupando o dedo, mas foi bom, foi um início de um grupo de 8 casais que se encontram sempre, para muita sacanagem e prazer, esta foi a primeira vez de nós com Cristina, Luiz , Iara e Paulo, que com certeza gostarão de nossas farras.
SÉRIE INESQUECÍVEL V- SAIDEIRA ANTES DO RECESSO
Como disse anteriormente, AW estava em processo de conhecimento das fábricas da companhia alemã no Brasil e viajava, para conhecer os representantes comerciais e eu ficava na mão tomando conta das crianças, a última vez que saímos foi em Curitiba que vocês já sabem lá que conhecemos a Cris e o Luiz, sempre nos falávamos e combinamos nos encontrar breve. Em uma destas viagens AW foi para Salvador, fiquei de me encontrar com ele lá para passarmos 01 (uma) semana juntos, decidimos passear por alguns lugares que não conhecia, a cidade era muito legal, muita música dança, eu ainda não tinha chegado e AW me disse que conheceu um casal de Belo Horizonte, chamavam-se Henrique e Márcia, ele era industrial e ela médica pediatra, ele alto uns 1:85, cabelos escuros uns 31 anos, ela do tipo mignon, uns 1:60m, um corpinho bem justinho, peitinhos durinhos, uma boquinha de safadinha, segundo ele bem legais, a empresa dele tinha negócios com a empresa que AW iria representar no Brasil. Os 03 (três) Meu marido e eles ficavam conversando durante longo temo na piscina do Hotel, Márcia ficava curiosa mas não se manifestava , as conversas começaram a ficar mais picantes, falaram de sexo, e ela inibida mas curiosa em relação ao swing, mas eram iniciantes, não sabiam como abordar, tinham medo de se tornarem vulgares e se intrometer na sua vida familiar em BH, foi quando meu marido começou a falar das nossas experiências, que somos muito conhecidos aonde vivemos e preferimos nos encontrar longe de casa, para não trazer problemas com a família, a curiosidade inicial se transformou em ansiedade. Tudo certo peguei o avião, e fui recebida pelos três no aeroporto, de cara simpatizei com Márcia, muito simpática alegre, vestida com simplicidade e elegância, eu ao contrario fui sempre despojada com roupas provocantes, decotadas, minissaia, nunca usei sutiã, mesmo com a amamentação das crianças o peito não caiu, também fruto de muita malhação e controle alimentar e Henrique aquele mineiro bonachão com sotaque engraçado, AW acertou em cheio. Fomos direto para o Hotel deixar as malas e decidimos ir à praia, o meu biquíni era muito pequeno e ousado o dela, era do tipo mineiro, bastante comportado, não combinando com o corpinho ajeitado dela, perguntei porque usava um biquíni tão grande se tinha um corpo legal, disse então que era muito envergonhada, a conversa começou a enveredar para o sexo, me perguntou tudo que eu fazia, falei sem esconder, ela começou a ficar muito interessada e eu comecei a ficar com tesão. Ela decidiu comprar uns biquínis menores e pediu que eu a acompanhasse, neste dia os maridos ainda estavam ocupados com reuniões de trabalho e então fomos até a loja, ela escolheu uns tipos, começou a experimentar e pediu que entrasse no provador junto, entrei, como tinha pegado uns biquínis também, não vi nada demais, ficamos as duas nuas uma de frente para outra, eu não agüentei e toquei nos seio dela meio sem querer, mas querendo, imediatamente ela levou a sua mão na minha xana, começando a me dedilhar, comecei a me excitar, ela sem pestanejar se ajoelhou e colocou a sua boca começando a me chupar, falei para ela vamos comprar logo e vamos para o quarto. Para uma iniciante ela foi perfeita, eu gozei algumas vezes com ela e ela comigo, nos entendemos bem, a sua dúvida era como o marido reagiria, falei para ela deixar comigo que iniciaria ele, aí ela me confidenciou que o seu fetiche era transar com um cara bem dotado, falei que o meu marido tinha 26×7, ela ficou toda molhadinha coitada, louca para aproveitar o tronco do AW. A noite saímos dançamos muito, lá pelas 4 da manhã, todos suados pegamos o carro e fomos para o hotel, quando dei a sugestão de dar um mergulho na praia pelados, o efeito do álcool foi instantâneo, todos toparam na hora, procuramos uma praia um pouco mais afastado de Boa Viagem e fomos, no carro já tinha tirado toda a roupa, Márcia só de calcinha, Henrique de cueca e meu marido em pelo, quando saímos do carro em direção a areia, Márcia ficou petrificada com a tromba do AW, não parava de olhar, era o sinal para eu atacar o Henrique conforme tinha combinado com o meu marido, ele não queria ficar nu, eu vim por trás dele o abracei, comecei a chupar o seu pescoço e com a mão procurei o seu sexo por baixo da cueca, quando achei ele instantaneamente começou a endurecer, tirei a cueca e o conduzi para dentro d’água, de rabo de olho procurei os outros e vi Márcia já com a pica de AW na boca, estava tudo correndo bem, entramos na água e procurei a sua boca, nos beijamos gostoso, ele me puxou e me fez sentar no seu quadril com a sua pica na entrada de minha gruta, que precisei guiar, entrou até os ovos, ficou entrando e saindo bem gostoso, ele gozou, eu também, ele é muito carinhoso, transamos beijando, na hora do gozo rolou até uma mordidinha na língua dele, quando olhamos pata trás, era Márcia aos berros, de 4 com o caralho de AW enfiado na sua buceta, quando Henrique viu, ficou louco, foi na direção dela e enfiou a sua vara na boca de Márcia que a recebeu com prazer, gozando varias vezes, Henrique gozou na boca de Márcia e quando meu marido saiu dela, eu o recebi com carinho para ele me inundar de porra no rabo. Henrique estava contente, ele queria que nós dormíssemos juntos, mas achamos melhor, deixá-los sozinhos para refletir sobre o acontecido. De manhã Márcia me disse, que depois que foram para o quarto deram uma trepada que a muito tempo não faziam, logo a introdução tinha sido ótima. Resolvemos alugar uma lancha e assim aproveitarmos em algum lugar, o que pretendíamos fazer a quatro, quando fomos pegar a lancha tratada, já estávamos no cais para embarcarmos, fomos abordados por uma moça, era argentina, seu nome Mercedes, era alta, cabelos vermelhos, olhos castanhos, deveria ter +/- 33 anos, mas estava com tudo em cima, queria ir conosco, disse que não seria possível pois queríamos ficar à vontade, ela disse que não teria problema, olhei para meu marido pedindo socorro e acabamos não aceitando a sua participação e fomos embora, logo que partimos a primeira coisa feita foi tirar os biquínis, ficamos nus expostos ao sol, mas Márcia estava com um fogo danado, queria que parássemos logo, ela queria fuder, ainda mais que ela viu que eu estava com o pau do marido dela encravado na minha bucetona, ela não satisfeita pegou a ferramenta de AW e começou à chupá-lo, aí não teve jeito, ele parou a lancha, colocou ela deitada e enfiou-lhe a vara, nós dois estávamos numa agarração só, ele me socava e eu gozava sucessivamente com prazer, quando vi meu marido deitado, Márcia em cima dele, estava engraçado, ele deitado com aquela piroca enorme dura como rocha apontada para o sol, e ela pequenininha por cima dele, passando óleo naquele mastro, e vagarosamente foi introduzindo no seu rabinho, paramos a nossa transa e fomos para perto dela para dar uma força, vagarosamente ela foi descendo, descendo, até os ovos de AW se encontrarem com o corpo de Márcia, nós sentimos que estava muito dolorido, mas ela começou um sobe e desce, devagar, que foi aumentando a velocidade proporcionalmente ao término da dores e o início do prazer, quando em determinado ponto explodiu de prazer, então meu marido resolveu tomar as rédeas, mandou ela subir devagarzinho e com calma retirou a sua piroca de dentro do rabo dela e com a mesma firmeza introduziu na sua vagina com vigor, impôs um sobe desce repentino com velocidade, que pressionava o seu clitóris e a levou a um gozo frenético, ainda estava com as pernas tremendo ele puxou ela para o seu peito, os seus lábios se encontraram em um tremendo chupão, quando AW mandou ela empinar a bunda, chamou Henrique, e falou: Henrique ! coloca tudo no rabo dela, Márcia vai ganhar a sua primeira DP. Meu marido afundou a sua língua na boca, com um violento chupão, preparando-a para o ato, quando ela percebeu a piroca do marido entrando no rabinho dela, ela se agitou e se entregou a luxuria dos dois, ela recebeu o sexo de Henrique com paixão, quando sentiu o seu interior completo, tentou ajudar, mas foi em vão estava literalmente presa por aquelas duas picas, eu ali do lado esperando a minha vez, eles gozaram como loucos, quando os dois exaustos saíram de cima do meu marido, cai de boca no mastro dele que ainda guardava o odor do interior de Márcia, chupei com paixão aquela tora pujante, que depois de bem lubrificada coloquei dentro de mim e em poucos minutos explodiram em um gozo perfeito, longo e duradouro, que me fez ficar cheio daquele líquido quente e cheiroso. Este passeio ainda rendeu várias outras DP’s, tanto minha quanto de Márcia, até a hora que pegamos o caminho de volta da marina, quando lá chegamos, todos muito assados do sol e do sexo, resolvemos tomar um banho e jantar, foi um jantar especial, cheio de frutos do mar e muita caipiroska, conversamos muito sobre o que aconteceu conosco nestes dias, Márcia falou da mudança que estava ocorrendo na sua cabeça, na sua atitude, no seu vestir, Henrique falou do tesão que estava sentindo e a vida sexual dos dois cresceu muito. Quando ainda estávamos no restaurante, eu e Márcia fomos ao Toalete, e enquanto conversávamos ela me confessou algo que não esperava, que nunca poderia imaginar que existisse um homem com a virilidade de AW, fiquei logo envaidecida, só que tinha uma coisa, a outra pessoa que esta trepando com ele também gostaria de sentir ele ejacular dentro dela, parecia que ficava um vazio, que ele estava ali como uma máquina, não uma pessoa com tesão, que estivesse com prazer, que estivesse ali só para satisfazer a outra ou as outras, na hora fiquei meio sem saber o que dizer, meio boba, aí ela me perguntou: O que você sente quando você está transando com outra pessoa e ele goza dentro de você, você não sente prazer, não gosta, não se realiza, é a mesma coisa do outro lado, entendeu, concluindo. Confesso que nunca tinha pensado dessa forma, o meu orgulho era esse, realmente acho que estava certa, decidi falar com ele, a noite após uma excelente trepada, em que ele inundou o anus com muita porra, conversei com ele, que entendendo prometeu que iria tentar mudar seu modo de agir. Apesar de Márcia ter conhecido tudo em relação ao swing, faltava ela conhecer o sexo com desconhecidos, continuamos saindo, os nossos corpos já não apresentavam marcas de biquíni, era uma cor só, pois ficávamos sem roupa direto, confesso que Márcia estava um tesão, pegamos o carro e fomos conhecer novas praias, e em uma delas eu e ela, decidimos caminhar um pouco na praia, era legal a sensação de liberdade, do desconhecido, falamos com os rapazes que não se opuseram e lá fomos nós, após uns 5 minutos de caminhada, encontramos com um pescador da região que estava recolhendo a sua rede, fiquei meio sem graça de encontrar alguém ali, mas o que fazer, o homem ficou meio surpreso em nos ver ali nuas e sozinhas, tinha mais ou menos uns 50 anos, pele enrugada pelo sol, pensei comigo mesma, será que rola?. Perguntei a Marcia se ela estava envergonhada de estar pelada, ela disse que tudo bem, me dirigi a ele, o homem não sabia o que fazer, mas vi que subia no calção uma tromba que parecia grande, me cheguei a ele, o cumprimentei, ele não falava nada, tomei a iniciativa, abaixei o calção para ver o que rolava, o homem tinha uma vara maior que do meu marido e mais grossa, olhei para Márcia, que piscou o olho para mim, seguramos o mastro do homem, tinha um gosto de maresia, mas estava bem vigoroso, colocamos as duas a mão no pau dele, Márcia foi com a boca direto, chupou um bom tempo, chegou a hora, deitei na areia e falei para Márcia ficar de quatro e me chupar, assim que isto foi feito, o homem veio por trás e penetrou violentamente nela, ele estocava como um cão louco, ela chupava a minha buceta com paixão e desejo, até que o homem gozou juntamente com ela, quando ele saiu dela fui direto na pica dele para sugar a porra que faltava, Márcia do lado parecia desfalecida, enquanto chupava a pica os sinais de endurecimento estavam voltando e aí quem ficou de 4 fui eu, Márcia se posicionou com a sua xana no meu rosto, que passei a chupar com gosto, ainda mais que estava cheia de porra, ele se posicionou atrás de mim, colocou o pau na minha buceta, com carinho retirei e direcionei para o rabinho, queria conhecer uma pica maior que a do meu marido no cú, ele enfiou de uma só vez, agüentei o tranco, ele tirava e botava com uma velocidade constante, não agüentei continuar chupando Márcia, fiquei concentrada no prazer que estava sentindo por estar sendo comida por aquele homem rude e viril, até que senti o pau dele começar a inchar e encher o meu cú com muita porra, quando ele tirou, escorria pelas minhas pernas, Márcia tratou logo de chupar meu cú, engolindo todo líquido que podia, o homem ficou sentado no chão, parado, como estivesse sonhando. Levantamos, entramos na água, nos limpamos e voltamos radiantes para junto dos nossos maridos, no caminho falei para Márcia, que agora ela já era uma puta completa e que esperava, que pudéssemos continuar o nosso relacionamento por muito tempo. Nós agora já éramos um grupo, Cristina e Luiz Alberto de Porto Alegre, Paulo e Iara de Campinas e Henrique e Márcia de Belo Horizonte, 3 casais com o mesmo objetivo e o mesmo desejo, que dura até hoje, quanto a mim este foi o meu último swing aquela época, a saideira, tive que parar e entrar de recesso pois esperava engravidar mais uma vez, o terceiro filhote, para isto teria que parar de tomar anticoncepcional, mais tem muito mais história para contar, como a Bahia atrai o sexo!!!!!!!
SÉRIE INESQUECÍVEL VI– VOLTANDO A LUTA
Neste período que fiquei de recesso, 5 meses depois estava grávida, nasceu um menino, quando ainda estava no resguardo, fiquei grávida de novo, outro menino nasceu com saúde, neste período de recesso, continuamos a nos encontrar com os nossos amigos, mas eu estava limitada, não poderia acompanhá-los na sacanagem, eles vieram no Rio várias vezes, nós fomos em suas casas, nos seus estados, quando ainda estava no estagio inicial, ainda dava para fazer algumas coisas, mas foi melhor dar um tempo, mas meu marido os encontrava e vários ménage rolaram. Logo que nasceu o 4º filho entrei em um programa físico, violento, queria estar em forma o mais breve possível, e foi o que aconteceu desmamei rápido e passava muito tempo na academia, malhando e fui voltando a ficar gostosa, ainda estava nova, poderia aproveitar bastante, Cris sempre vinha de Porto Alegre me ver, sabia que era para meu marido traçá-la, mas numa dessas quando estava voltando a velha forma, ela ficou lá em casa e rolamos um ménage bem gostoso, com AW comendo as duas com prazer e aí quando estávamos numa boa, dentro da sauna, o telefone toca era Marina dizendo que chegaria no dia seguinte com Kurt, quando contei a Cris que eles foram os nossos primeiros pares do swing, ela ficou doida, ficou com uma ansiedade danada e louca para conhecê-los, na hora ligou para Luiz , relatou o que estava para acontecer e que ficaria mais uns dias. No dia seguinte, acordei cedo, levei as crianças para a escola e me dirigi ao aeroporto com Cris, AW estava trabalhando, e fui pegar os nossos amigos “Alemães”. Chegaram um pouco atrasados, mas nada a reclamar, eles estavam ótimos, o tempo não tinha passado, Marina estava um tesão, vestida com um vestido de jérsei verde na altura dos joelhos, um decote ousado e uma sandália muito alta, Kurt estava ótimo, continuava um deus germânico, ficaram surpresos por estarmos esperando, já que existia uma empresa por eles contratada para os transportar para o hotel, ficariam em Ipanema, não quiseram ficar lá em casa de jeito nenhum, Marina cochichou no meu ouvido, que era melhor ficar no hotel para termos mais liberdade, apresentei Cris que ficou louca por Kurt, as duas se deram muito bem, combinamos de à noite nos encontrarmos, voltamos para Niterói e eles foram para o Hotel. A noite, liguei para AW e ele me disse para ir direto para o Hotel que nos encontraria lá, assim fizemos, quando lá chegamos fomos encaminhados a suíte presidencial, era enorme, com uma vista incrível para a praia de Ipanema, tinha uma pequena piscina na varanda envidraçada, que quando possível abria permitindo a entrada do sol e com total indevassabilidade, ou seja podíamos ficar totalmente à vontade, isto quer dizer nus, era uma suíte Maravilhosa, iríamos aproveitar com certeza. Marina estava com um roupão e Kurt também nos deu outros para vestirmos, rapidamente nos trocamos, começamos a beber e a conversar, Cris não parava de olhar para o alemão, até que ele foi a sua direção e sentando ao seu lado, passou a mão no seu rosto, nos seus lábios e foi direto na sua boca, beijando-a ardentemente, como por instinto começaram a se agarrar, imediatamente Cris segurou a piroca de Kurt e o levou a boca, chupando-o com sofreguidão, ele se contorceu e procurando o meio da suas pernas e imediatamente um belo 69 se formou, me deu logo um baita tesão que me levou aos braços de Marina, os seus seios eram volumosos e duros com uma auréola deliciosa era o oposto ao meu que era menor porém bastante bicudo e igualmente durinho, o corpo de Marina era lindo, apesar de ter uns 10 anos mais que eu, era muito bonito, mas o que sempre chamou a atenção, foi sua xana depilada, um grelo grande saltava para fora e que quando ela ficava excitada fica durinho como um pirulito de criança, que eu não via a um bom tempo, cai de boca, chupando com prazer, sem pensar fui girando o meu de forma a me colocar a altura da boca de Marina que afundou a sua língua dentro de mim, ficamos nessa durante um bom tempo, gozei algumas vezes assim como ela, se tivesse alguém a nos observar, ficariam pensando tratar-se de 2 loucas e com certeza teriam razão, mas que estava uma delícia estava, Marina sabia fazer um oral como ninguém, de vez em quando olhava para o lado e via como Cris e Kurt estavam se saindo, e eles estavam ótimos, em uma delas Cris estava de 4 recebendo o alemão, ela gritava de prazer, ele socava,socava e socava com força, até que gozou violentamente, quando ele saiu, ela imediatamente colocou a tromba dele na boca sugando o líquido, como ela estava de 4 ainda Marina me largou e foi lamber a porra do marido que escorria da gruta vermelha de Cris. Foi bastante agradável revê-los, ficamos os 4 nus conversando animadamente, nisso nossa anfitriã cochichando disse, que teríamos uma surpresa inesperada, passou o tempo continuamos conversando nisso o Kurt me deu uma cravada básica, nada especial, mas gostosa, quando entrou uma mulher alta, mais de 1:80, loura de olhos azuis, com um peito enorme, vestia uma mini saia jeans, mostrando uma perna grossa diferente das pernas das mulheres alemãs, com desenvoltura veio na nossa direção, deu uma bitoca na boca de Kurt e outra na de Marina, foi quando nos apresentou como Ethel, que a partir de agora chamarei de E, como “o” nossa secretária, achei estranho o “o”, ela nos cumprimentou com um português arrastado, mas com sorriso nos lábios que correspondemos, Marina falou para que ela fosse se trocar e viesse fazer parte do grupo, assim foi feito, em alguns minutos ela veio ao nosso convívio, começamos a conversar, quando Kurt colocou Marina no colo e começou a alisá-la, imediatamente ficou com o mastro erguido e deu lugar para Cris que sentou com vontade, como estava ficando curiosa, perguntei a anfitriã pela surpresa, ela me respondeu que ia ser agora, ela foi em direção a E, levantou o roupão, qual a minha surpresa ao verificar que ela segurou em um pênis totalmente murcho, não era mulher era um travesti, fiquei apavorada pois nunca tinha acontecido comigo algo parecido. Marina disse que E era formidável, mas a coisa só funcionava se Kurt ligar a tomada, não entendi nada, aí ele tirou Cris do colo, ficou atrás de E, colocando a língua nos ouvidos, chupando o pescoço, colocando o seu pinto para roçar nas ancas dele/a, quase que imediatamente o efeito começou a surgir, a pica de E começou a crescer, a crescer até ficar uma tora, que Marina lentamente começou a chupar com prazer, Kurt deitou-se ao chão, e E já nú/ua em pelo, sentou-se vagarosamente na tromba do alemão, ficou uma situação esquisita, a piroca de E estava realmente maravilhosa, era maior que a de AW com a mesma grossura, sinceramente era maravilhosa. Nisto o alemão saiu de baixo de E, que continuava excitado, me puxou pelo braço e falou para as meninas aproveitarem, que ele ia me comer todinha, fui com ele, enquanto ele foi desinfetar o seu sexo , eu entrei na piscina, as outras duas estavam aproveitando de E, Marina estava deitada com as pernas abertas, Cris estava mergulhada na xaninha de Marina e E mandando ver em Cris o entra e sai era frenético, só escutava os gemidos de prazer da gaúcha, ela já tinha gozado algumas vezes, Marina Urrava de prazer com a língua de Cris, a cena era digna de filme, E com aqueles peitos enormes, com aquele tamanho, com aqueles cabelos loiríssimos enfiando a jeba com ferocidade, realmente era estranho, mais muito excitante, quando o alemão voltou pacientemente segurei o seu sexo e comecei a chupá-lo, logo ele ficou ereto, mais continuei com o meu trabalho oral com afinco, em uma determinada hora ele pediu que ficasse de 4 segurando na borda da piscina, abriu as minhas pernas e com competência colocou a pica na entrada da minha gruta, instantaneamente senti aquela tromba entrando em mim, bem lentamente foi abrindo caminho, até sentir o seu corpo junto ao meu rabo, nisto iniciou um movimento ritmado, que foi aumentando lentamente a velocidade, o tesão era enorme, o prazer imenso, comecei a sentir um fogo subir por dentro do meu corpo que me levou a explodir de alegria, o alemão sentiu que eu tinha gozado, sem pestanejar, retirou o seu pau de dentro da minha buceta e o colocou na entrada do meu rabinho, nem tinha acabado o meu orgasmo, quando comecei a sentir o meu cú sendo penetrado com força, adorei e novamente o prazer tomou conta de mim e nova explosão de prazer surgiu, gozei novamente, ele chegou às minhas costas me deu uma tênue mordida nos ombros e falou: Goza comigo de novo!. Nem tinha terminado a segunda e aquele hálito quente me fez sentir o início da terceira desta vez junto com ele, foi muito gostoso realmente, ele retirou o pau lentamente de dentro de mim, virei para ele, pulei sobre o seu colo e comecei a beijá-lo com paixão, foi uma trepada ótima. Os três estavam entregues ao demônio, uma sacanagem só, quando tocou a campainha era meu marido chegando, Kurt abriu a porta e o deixou entrar, já com um whisky na mão, AW quando viu aquela putaria toda, imediatamente começou a tirar a roupa e imediatamente aquela montanha de músculos com aquele pênis incrível, virou o centro das atenções, fui até ele, dei um beijão e me encaminhei ao banheiro para uma ducha, pois escorria porra por todo lado, quando voltei o circo estava armado, Cris estava dando o rabo para E e AW estava com a tromba dele dentro dela e Kurt e Marina se revezando na boca, poxa! logo falei, esta tudo ocupado, vou ficar olhando, E tinha acabado de encher Cris de muito leite que Marina tratou de lamber dentro dela, eu peguei a piroca de E e tratei de sugar o que restava. Foi uma noite interessante, trepamos até o dia raiar, existiram várias DP’s, comigo, Cris e Marina, a única situação que não existiu foi meu marido comer o rabo de E, ele se defendia dizendo, se não gosto para mim, não faço com o outro, tenho que respeitar não acham?. Desta vez, AW gozou varias vezes dentro de nós três, o que comprova que o que Márcia colocou na Bahia estava correto, para mim foi ótimo porque todos disseram que estava voltando a velha forma, vocês também não acham!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SÉRIE INESQUECÍVEL VII – SE O ÔNIBUS FALASSE
Como vocês sabem somos um grupo, Luiz e Cris de Porto Alegre, Paulo e Iara de Campinas, Henrique e Márcia de Belo Horizonte e AW e eu, agora somente , nós estávamos sempre juntos, ligávamos e nos encontrávamos nas cidades mais diferentes possíveis para que pudéssemos praticar as nossas sacanagens, sem trazer problemas para as nossas famílias, uma das nossas farras mais legais foi no ônibus. Eu estava com 23 anos, na flor da idade a única diferença é que estava com 4 filhos, mais me cuidava bastante, muitas horas de academia e regras alimentares, mas tinha um fogo danando, no dia era legal, eu e meu marido transávamos todo dia, e a cada dia que passava ele estava melhor, montamos a nossa casa de jeito que o nossa individualidade fosse totalmente preservada, quarto grande, banheira, cama enorme tudo aquilo que um casal swingers gosta. Um dia estava em casa quando Márcia me liga me dizendo que nós tínhamos que encontrar um jeito de fazer uma putaria diferente, pensamos e decidimos pelo ônibus, ela gostou ficou de falar com o marido e me ligar, peguei o tel., liguei para Cris, expus a idéia e ela ficou de falar com L e ela ficou de Ligar para Iara, e depois nos falaríamos pois precisava falar tb com meu marido. A noite após troca intensa de tels. todos concordaram, adorando a idéia, fiquei encarregada de providenciar tudo, após tudo resolvido, marcamos para daqui a 2 semanas, nos encontraríamos em São Paulo, dito e feito nos encontramos no aeroporto de Congonhas, lá pelas 18 horas, era uma 5ª feira, o ônibus sairia às 19:30 do Terminal do Tietê, eu que comprei as passagens e a surpresa que tinha contratado, na hora marcada estávamos em frente ao ônibus leito que nos levaria direto a Vitória no Espírito Santo, o ônibus aquela época tinha duas poltronas de 1 lado e uma do outro. Era totalmente fechado, tinha comprado todas os lugares era todo nosso, entramos, nos acomodamos a ansiedade era evidente no rosto de cada um de nós, quando estávamos para partir, mandei todos se abaixarem que a surpresa ia entrar, a surpresa não poderia nos ver, coloquei uma peruca e uma máscara, mandei eles entrarem, fechei a porta que separava o motorista de nós, coloquei uma venda nos olhos deles e falei para a turma se levantar, quando viram não acreditaram era um rapaz negro, chamarei de T,muito alto, forte como um touro, parecia estivador do porto de Santos, e ela uma mulata padrão Sargentelli, que chamaremos de M, também alta, muito bonita, com uma boca linda os homens ficaram doidos. Com a surpresa revelada, I foi a primeira a chegar até T, começou tirar a roupa do cara pela braguilha, quando saiu um mastro de uns 30×5, cheio de veias e uma cabeça enorme, que ela caiu de boca, C segurava T por trás, como tivesse abraçando um poste, eu estava morrendo de saudade de M, a baixinha estava um tesão, e logo a procurei para um belo chupão, o balanço do ônibus estimulava o sexo, e começou a fudelança, o primeiro a me traçar foi H, sentei na sua piroca, ele me fazia subir e descer com uma suavidade gostosa, sentia sua vara preencher totalmente a minha gruta, ele enquanto me fudia chupava meus peitos, mordia meu pescoço, enfiava a língua no meu ouvido, quando fazia isso instantaneamente o gozo vinha, quando já tina gozado 2 vezes, ele me segurou no alto, colocou a sua cabeçona na entrada do meu rabo e falou para que eu sentasse, foi uma sensação muito gostosa, nas ele queria ser mais violento, mandou que me levantasse e ficasse de 4, e me penetrou violentamente, ficou me socando com força, em frente a mim a M estava recebendo A com prazer, ficamos frente a frente, foi inevitável que nós nos beijássemos, a sua língua era quente, larga , tesuda, nisto gozei mais uma vez e começei a sentir a pica de H crescer e explodir dentro de mim com prazer. Transamos como poucos, o meu ápice foi quando coloquei meu marido deitado na poltrona, encaminhei sua tora para meu cú que estava todo melado com a porra de alguns, enterrei até os seus ovos se encontrarem com os meus quadris, dei umas subidas e descidas para lubrificar, deitei sobre o seu tórax, levantei as pernas para o alto, segurei a piroca de T e a encaminhei para a minha grutinha que com certeza se tornaria uma caverna, ele foi enfiando com força, entrando e saindo, comecei a ficar muito excitada, meu marido segurava meus peitos com carinho, puxava a minha boca para um beijo, eu pedia a ele para me encher de porra, para me mostrar o seu amor, mas o que estava me dando tesão era sentir aquela tora atritando a minha vagina com violência, o tesão era tanto que gozei 3 vezes facilmente, já estava sem fôlego quando P subiu na poltrona e colocou o seu sexo com o gosto de várias vaginas na minha boca, não teve jeito recebi aquele líquido quente do meu marido dentro de mim, senti quase ao mesmo tempo a piroca dele inchar e derrepente ficar um calor dentro da minha gruta, só que represada pela camisinha, faltava Paulo que logo em seguida derramou todo o seu leite que engoli com prazer até a ultima gota. Foram 9 horas seguidas de sacanagem, a mulata foi penetrada de todas as formas possíveis, tentaram e conseguiram fazer uma dupla penetração vaginal, obviamente foram o P e o H, que tem os instrumentos bem menores, mas ficamos com pena do motorista que ou ficou curiosíssimo ou frustadíssimo, porque com certeza ouviu as demonstrações de prazer da galera, eu fiquei toda assada, ardia tudo quando chegamos a Vitória e fomos a praia, o sal da água irritava a bessa nossas perseguidas, mas todas nós estávamos feliz da vida por esta aventura, vocês não acharam diferente? Eu também, risos!!!!!!!!!!!!!!
SÉRIE INESQUECÍVEL VIII– NO TEATRO MUNICIPAL
Como vocês sabem, nós somos um casal amantes do sexo bem feito com raízes corretas e antes de mais nada respeitando a nossa família, mas em algumas horas o nosso tesão fala mais alto e não temos como evitar, vou contar como aconteceu uma das inevitáveis, perto da nossa cidade o que sempre evitei. Uma Ópera chamada Carmem, estava sendo encenada no Teatro Municipal da Cidade do Rio de Janeiro, um acontecimento desse nível atrai muita gente, entre elas alguns de nossos amigos Henrique e Márcia de BH e Paulo e Iara de Campinas, eles nos ligaram pedindo para comprar as entradas no dia marcado, achei melhor comprar um camarote discreto, no canto esquerdo perto do banheiro, pensei se rolar algo estamos perto de um lugar em que podemos nos safar, assim fiz, eles ficaram hospedados em hotéis do Rio e nós que moramos em Niterói ficamos de encontrá-los na porta do teatro. Na hora marcada lá estávamos nós, eu vestia um vestido curto, vermelho, com decote bem acentuado e as costas nuas, o cabelo estava preso e bastante maquiada, Márcia estava com um tubinho preto tomara-que-caia bem curto, sapatos bem altos e Iara com vestido de chantung de seda pura, longo com uma abertura provocante até o meio das coxas com um belo decote acompanhando as costas nuas, ou seja todas nós estávamos extremamente bem vestidas e elegantes, os rapazes de terno esporte, ou seja todos bem sexys, procuramos o nosso camarote e nos ajeitamos, ficamos conversando até a hora do espetáculo começar, enquanto estávamos esperando vi que Márcia ficou perto de meu marido e eu fiquei imprensada entre Henrique e Paulo, logo idéias loucas começaram a povoar a minha mente, quando as luzes apagaram, coloquei as minhas mãos procurando o sexo dos dois, que logo, logo começaram a endurecer, Henrique começou a colocar a sua mão entre as minhas pernas, procurando a minha gruta, facilitei e abri as pernas, ele alcançou, nada mais me satisfazia, falei para os dois me acompanharem, entramos no banheiro masculino, comecei a soltar o vestido durante o caminho do camarote até o banheiro. Andamos rápido, quando lá chegamos, foi só abrir os braços que o vestido caiu ao chão, estava ali nuazinha em pelo, cai de boca no pau de Paulo enquanto Henrique se desvencilhava das suas roupas, quando isto aconteceu senti uma mangueira se esfregando no meu corpo, instintivamente abri as pernas, fiquei esperando a penetração, Henrique ficou me lambendo e beijando por algum tempo, quando então penetrou devagarzinho,a cada milímetro que entrava mais prazer sentia, até que senti os seus ovos comprimirem na minha virilha, ele começou um vai e vem constante muito gostoso, já nessa hora gozei pela primeira vez, com a alternância dos movimentos gozei pela segunda vez, Henrique ainda não tinha gozado, fiz ele parar e deitar no chão úmido do banheiro, sentando nele com rapidez e precisão, só em pensar o que aconteceria gozei pela terceira vez, nisso Paulo já estava atrás de mim, me fez deitar no peito de Henrique e com paciência começou a procurar a entrada do meu rabo, com maestria encontrou, e com os dedos começou a abrir caminho, alargando a entrada que com certeza não precisava, ele desceu com a língua deu uma lubrificada básica, que permitiu em seguida ele colocar a cabeça e lentamente penetrando, só no ato inicial gozei pela quarta vez, quando ele chegou no final comecei a ficar louca, gozava uma atrás da outra, primeiro senti a pica de Paulo começar a crescer, para explodir em um gozo prolongado e gostoso, enquanto isto Henrique nos levantava com furor e raiva, até derramar aquele leite quente dentro de mim, foi muito bom, bom demais. Ainda estávamos atracados, quando a porta se abriu e um Sr. aparentando uns 60 anos entra e nos vê naquela posição, ele ainda boquiaberto pela situação, espera pacientemente que as roupas sejam colocadas, não tive nem tempo de me limpar, o que fiz no banheiro feminino, Henrique colocou um dinheiro no bolso do velhinho, e disse para ele: o Sr. não viu nada, Ok ! . Quando chegamos nas cadeiras. Márcia estava em um canto com a piroca de meu marido na boca, depois da Ópera fomos pra um motel e passamos uma noite de sacanagem, mas eu aproveitei mais, não acham, rs……
SÉRIE INESQUECÍVEL X – NOVOS PARCEIROS
Não tinha tido umas férias duradouras com meu marido desde o nascimento do 4º filho, tinha algumas viagens pequenas de de 4 a 7 dias, não mais que isto, além do mais ele trabalhava muito, em pouco tempo ele conseguiu ser vice presidente operacional daquela mesma empresa da Alemanha, em que iniciou a sua vida profissional, foram anos de trabalho, sem férias, decidimos então viajar para o exterior e ficar uns 30 dias longe de tudo. Já que A teria uma série de reuniões com a cúpula da empresa na Alemanha, sugeri que após o trabalho déssemos um giro pela Europa, já que, quando lá estivemos éramos bolsistas e não tínhamos condições financeiras para passeios, ele gostou da idéia, as reuniões seriam nos meados de janeiro, era uma boa época porque eram férias escolares, apesar de só os nossos filhos mais velhos estarem em idade escolar regular os outros dois estavam em maternais e alfabetização, meus pais tinham uma casa grande em Araruama e seria melhor para as crianças ficarem com eles lá. Ainda era agosto, tinha uns 3 meses para ficar com tudo pronto, é bom pois sou muito planejada e gostaria de deixar tudo certo. Lá pelo mês de setembro Luis e Cris vieram de Porto Alegre, passar uns dias, aproveitamos e fizemos belas sacanagens, entre elas no final de semana, alugamos uma casa em Penedo, uma colônia finlandesa perto de Resende aqui no estado do Rio de Janeiro, mais uma vez minha mãe e minha irmã me cobriram nessa, saímos sexta-feira, são 2 horas de viagem foi agradável, no trajeto, eles disseram que Cris estava tentando engravidar e estavam fazendo tratamento, o médico achava que o problema era com Luiz Alberto, não liguei muito para o fato e continuamos a viagem, chegamos no hotel, ficamos em dois chalés, um de frente ao outro, tomamos banho e fomos aproveitar a noite no Clube Finlândia, bebemos, dançamos, foi gostoso, eu dancei com Luiz, nos beijamos muito, era mão ali, mão acolá até que Luiz sentiu que eu estava com um vestido com nada por baixo, o seu pau começou a crescer, achei melhor dar uma parada e ir sentar na mesa, ainda mais que também comecei a fica excitada, C e meu marido dançavam animados, com certeza a noite seria longa, normalmente não bebo muito, mais nesta noite estava agradável, quente, as pessoas alegres, a cerveja estava caindo bem, os rapazes caíram no whisky e a Cris na caipiroska, podíamos beber à vontade, no hotel e no nosso quarto tinha uma sauna gostosa, qualquer coisa é só ligá-la que em alguns minutos o porre se dissipará, lá pelas 03:00 saímos, fomos andando porque o hotel era perto do clube, quando lá chegamos A queria a saideira, ligamos a sauna e ficamos bebendo e esperando ela esquentar, nisso meu marido me coloca no colo, de frente para ele e começa a me beijar e alisar, pega o vestido e o levanta de uma só vez, mostrando toda a minha nudez, foi o sinal, eles fizeram o mesmo, eu peguei a piroca de A e imediatamente a abocanhei, ela é fantástica, as veias enormes e aquele cabeção, a boca chega a doer por causa do diâmetro da bicha, ainda de frente para ele, lentamente me levantei, instintivamente, novamente com as bocas grudadas, a minha gruta foi procurando, quando a caverna encontrou o seu ursão, lentamente fui sendo preenchida por aquele magnífico sexo, as paredes da minha vagina, por causa do atrito, foi me enchendo de tesão, nem metade do percurso tinha penetrado e gozei pela primeira vez, quando finalmente chegou no fundo, gozei pela segunda vez, aí A começou a me levantar socando e socando, o meu útero foi sentindo que a mangueira dele estava inchando, crescendo mais, e após alguns minutos senti aquele jato quente inundando minha gruta, ainda estávamos com os lábios grudados um ao outro, quando decidi me levantar com rapidez e receber na minha boca parte daquele líquido precioso, o curioso é que mesmo após o gozo o meu marido estava com o mastro içado, Cris estava de 4 recebendo Luiz, chamou A e pediu o seu membro que imediatamente recebeu as ultimas gotas do seu leite, Luiz se aproveitando que C estava chupando o meu marido, veio em minha direção,se aproveitando da minha distração, me colocou de 4 e me enfiou a vara, só que eu tinha gozado com A, estava com ela cheia de porra, entrou facilmente, com paciência coloquei as mãos e o retirei de dentro da minha xana, encaminhado-o pra entrada do meu rabinho, quanto mais faço anal, mais gosto, sentir qualquer pênis entrando no meu cú, me enche de prazer, e o gozo é quase imediato e dessa vez não foi diferente, ao meu lado Cris parecia que estava em um rodeio em cima de um touro, confesso que senti um pouco de ciúme vendo ela subir e descer na piroca de meu marido, ainda mais que os orgasmos eram sucessivos, mas o que fazer, quem esta na chuva é para se molhar. Fomos para a sauna, o odor de sexo na sauna era intenso, com o suor era maior ainda, isto alimentava ainda mais o nosso libido, meu marido estava sentado, fiquei de costas para ele, fui colocando a minha rodinha arrombada do meu rabo no cabeção dele, e como se faz para dar um jeitinho fui sentando, aquele mastro foi me rasgando, rasgando até sentir os seus ovos, basta dizer que só nesta penetração gozei de novo, ele parado, eu subia e descia, o mastro dele fazia um atrito enorme e o prazer também, mas eu não estava satisfeita, queria mais, fiz A deitar e chamei Luiz para me penetrar, rapidamente ele veio, levantei as pernas e fiquei esperando receber o seu cacete, quando o seu pau começou a entrar, e eu comecei a sentir o pau dele ficar paralelo ao do meu marido, separado apenas por uma pequena parede, os gozos vieram em seqüência crescente, ainda mais que Cris ficou em cima de mim com a sua xana cheia de porra ao alcance da minha língua, suguei todo líquido existente, e fiquei aguardando pacientemente os rapazes gozarem, primeiro foi Luiz depois meu maridão. Eu suava loucamente, mais satisfeita, muito satisfeita, os rapazes fizeram uma DP com Cris também, mas eu não vi, pois estava no chuveiro, me ensaboando e sonhando com os minutos de prazer total que tive a uns minutos atrás. O final de semana terminou, quando estávamos voltando, perguntamos se eles não queriam ir conosco para Europa, acharam maravilhosa a idéia e ficamos de combinar os detalhes mais tarde. Passaram-se as festas de final de ano e estava chegando a hora de embarcarmos, nossos amigos chegaram de manhã de Porto Alegre, foram lá para casa e lá pelas 18:00, o carro da companhia veio nos pegar para levar para o Galeão, naquela época ainda não se chamava Antonio Carlos Jobim, foi tudo bem chegamos a Munique na manhã do dia seguinte. Durante 4 dias, A estava envolvido em infindáveis reuniões, estávamos hospedados em uma casa da empresa e tivemos que nos comportar, Marina e Kurt estavam em Istambul, nos falamos ao telefone e ela nos emprestou o Chalé aonde tudo começou, o local fazia parte do nosso trajeto. Aproveitamos estes dias que estávamos em Munique, para rever os lugares aonde vivemos alguns anos atrás, estávamos na praça central da cidade, o frio era intenso, nevava, estava lindo o visual, resolvemos entra em um café para nos aquecer, pedi um chá com rum, Cris um caputino e Luiz um irish coffe, estávamos ali abrigados do frio, o aquecimento era forte, quando entrou um casal apressado, eles pareciam estar com muito frio, pois os seus casacos não eram próprios para a neve, a umidade faz que os mesmos fiquem pesados e não impedem o frio de entrar, entraram e começaram a falar em português, chamei a atenção dos nossos amigos sobre o casal, eles estavam com dificuldade em se comunicar com a atendente do coffe shop, como falo fluentemente a referida língua, fui tentar ajudá-los, ela chamava-se Renata e ele Ricardo, disseram que moravam em Florianópolis e estavam fazendo um tour pela Europa, e o frio os pegou desprevenidos, apresentei os meus amigos e ficamos papeando, depois soube que ela tinha 32 anos, era psicóloga, tinha um casal de filhos e ele tinha 34, era engenheiro mecânico, sócio de uma grande empresa de Santa Catarina, sediada em Joinvile, eram alegres e joviais era a primeira vez que vinham a Europa e estavam com muitas dificuldades para se comunicar e ficaram contentes por encontrar brasileiros lá. Não sei por que, mas simpatizei com eles, não imaginei o que pudesse acontecer no futuro, só queria auxiliá-los naquele momento difícil, disseram que queriam rodar pela Europa, mas não tinha idéia de onde ir, pensei em como ajudá-los mas não sabia coma fazer, eles estavam hospedados em um hotel no centro, perguntei a Luiz e Cris se valeria a pena convidá-los para uns drinks à noite, disseram não se opor, dei o endereço e tudo certo. , A noite eles chegaram pontualmente no horário marcado, meu marido ficou de cara louco por Renata, mas falei para ele se segurar pois não sabíamos como era a cabeça deles, em uma determinada hora eu,Cris e Renata fomos para a cozinha preparar alguma coisa, quando comecei a indagar sobre eles, bem diretamente disse, que nós éramos dois casais swingers, que dormíamos no mesmo quarto e transávamos livremente, de início ela ficou meio aturdida, mas aos poucos começou a ficar curiosa e a perguntar como rolava a coisa, explicamos cuidadosamente, disse que fazíamos sexo anal,oral e vaginal, dupla penetração, trocávamos de maridos livremente e em público, só explicamos que preservávamos as nossas famílias de todas formas, só que esse estilo de vida era entre nós e outros casais que tinham ficado no Brasil. A noite até que foi agradável, mas sem sacanagem, não sabíamos o que podia acontecer, daqui a dois dias iríamos começar o nosso passeio, eles se entusiasmaram de ir conosco, mas alguma coisas tinham que ser resolvidas, como por exemplo o carro que tínhamos alugado, não dava para seis pessoas, teríamos que ir na locadora e verificar a possibilidade de trocarmos por um veículo de seis lugares, o que mais tarde verificamos ser impossível, a solução foi 2 carros, eles irem em um que alugariam e nós o que já tínhamos alugado e assim foi feito. No dia seguinte nos mandamos, no caminho eu e Cris imaginávamos como faríamos para iniciar Renata e Maurício no swing, traçamos uma estratégia de ação e fomos embora, quando lá chegamos, estava diferente da última vez, tinham aumentado, feito um jardim de inverno todo em vidro a beira do lago, tinha uma banheira térmica, um caminho envidraçado que ligava a casa ao jardim, que também tinha uma sauna e um armário com toalhas e roupões, estava lindo aquela construção no meio da neve, a estadia prometia, olhei para Cris que correspondeu e qual a minha surpresa que no meio destes olhares aparecia Renata, que parecia muito excitada. Entramos com as malas, os rapazes foram procurar lenha para ligar a fogueira, meu marido foi ligar o aquecimento da sauna e banheira externa, nós fomos para a cozinha deixar tudo preparado para o AW ir para a cozinha fazer o jantar, ligamos a geladeira e começamos a nos instalar, até o aquecimento funcionar demorou alguns minutos e aí ficou ótimo, começamos a beber um vinho e os rapazes whisky, a determinada hora sentei no colo de meu marido e começamos a nos beijar, Cris fez a mesma coisa, e eles ficaram meio sem graça e começamos a esquentar as coisas, Ricardo segurava Renata mais os seus olhos estavam na gente, pisquei para Cris e levantei a minha blusa, meu marido caiu de boca nos meus seios, imediatamente senti a sua piroca crescendo por sobre a calça, estava começando a ficar excitada, tinha chegado a hora, dei um beijo safado no meu marido e comecei lentamente a descer para as suas pernas, ele já estava desabotoando as calças, em frente Cris fazia o mesmo com Luiz Alberto, Renata e Mauricio começaram a se soltar timidamente, com experiência a minha boca começou a procurar a tora de AW, a alcancei rapidamente, já estava grossa como uma tora de carvalho, e com maestria o abocanhei começando a chupá-lo com prazer, ao mesmo tempo retirando as roupas que faltavam de cima de nós, pelo canto dos olhos vi que os novatos ainda estavam no início, ela só tinha tirado a blusa, ao passo que nós já estávamos a pêlo, Ricardo já estava com a pica para fora, duríssima diga-se de passagem, meu marido já estava no ponto, quando fiquei de 4 e instintivamente ele começou a enfiar com vontade, quando Renata viu o tamanho do pênis de AW ficou louca e caiu de boca na piroca do marido, quando estava nesta posição com o mastro de AW enterrado dentro de mim, me socando com vontade, chamei Ricardo, ele hesitou, mas veio em minha direção, com a tripa em riste, segurei com força e lentamente o levei a minha boca, Cris chamou Renata e começou a chupá-la, lentamente sai de meu marido e virei para Ricardo me oferecendo totalmente, ele hesitou, segurei com vontade o seu membro e o encaminhei para dentro de mim, meu marido foi para cima de Renata que o acolheu com prazer e rapidamente estava sentada na mangueira de meu marido, ele fazia um movimento constante e gostoso, gozei a primeira vez com a alegria de ter encaminhado mais um casal para o mundo do swing, gozei a segunda quando vi Renata cavalgando na pica de meu marido gritando como uma gata no cio, pisquei para Cris dar um trato em Renata junto com AW e chamei Luiz para cima de mim, coloquei Ricardo deitado, sentei na sua piroca, empinei a bundinha e fiquei esperando o instrumento de Luiz entrar, foi penetrando com prazer, quando colocou a cabeça gozei, cada centímetro de penetração os orgasmos se multiplicavam, nisto senti Que Ricardo ia gozar, coloquei a sua boca grudada a minha e disse: Manda ver, é a primeira de muitas na minha caverna, ele gozou gostoso, logo depois Luiz me inundou daquele leite gostoso, ao lado meu marido colocou Renata na mesma posição que eu estava, ela subia e descia com cadencia e firmeza, quando Luiz, a segurou por trás, ela parou, recebeu dele um chupão no pescoço e na orelha, senti que voltou a relaxar, ele fez ela empinar a bundinha igual a mim, foi alargando com os dedos, o marido dela ainda dentro de mim, voltou a crescer rapidamente ao ver a cena, Luiz com calma foi enfiando a sua pica com força, meu marido sentiu o membro de Luiz entrar com força em Renata, era a sua primeira dupla penetração, nem tinha entrado no mundo do swing e já tinha sido devidamente batizada com louvor, tinha se tornado uma verdadeira puta. A noite foi inesquecível, eles já estavam devidamente entrosados, saímos nus da casa pelo caminho até o jardim de inverno a beira do lago, fudemos a noite toda, todas nós fizemos diversas DP’s, em posições variadas, trocamos de casais várias vezes, nos embebedamos para valer, nesta noite dormi com Luiz, Cris com Ricardo e Renata com meu marido, a coitada não sabia do fogo dele e sofreu na mão do cara, ao acordar de manhã a coitada estava um trapo, toda assada, e arrombada, me disse que como eu conseguia agüentar aquela máquina sexual, aí eu disse que na realidade eu não agüentava por isso tinha que dividir o sacrifício, só que era um sacrifício prazeroso e rimos muito. A viagem continuou mais animada, eles estavam mais descontraídos e safados, as putarias rolavam toda hora, visitávamos monumentos, exposições com casais trocados, ela nunca tinha tido relações com outras mulheres, rapidinho nos incluímos no mundo do BI, e sentimos que ela adorou, logo a nossa viagem ficou completa, tudo perfeito. A Marina tinha me indicado uma Casa de Massagem em Genebra, que segundo ela era fantástica, que valeria a pena conhecer, como sei que ela conhece coisas boas, resolvi experimentar, Renata quis ir comigo, mas Cris preferiu ficar com os rapazes andando pela cidade. Lá fomos nós, quando chegamos vi que era uma Casa de Massagem igual à outra qualquer, entramos falei para a atendente o tipo de massagem que Marina tinha indicado, a mulher perguntou se nós duas iríamos fazer a mesma massagem, falei que sim, se pudesse ao mesmo tempo seria melhor, a mulher ficou surpresa e eu intrigada, ela pediu que aguardássemos enquanto preparava o salão, esperamos uns quinze minutos quando nos chamaram , entramos em um vestiário aonde tiramos a nossa roupa e guardamos as nossas coisas no armário, o mais interessante de tudo é que pediram pagamento adiantado, isto não é muito usual na Europa, mas tudo bem, pagamos e fomos levadas ao salão. Era uma área grande, bem decorada, uma meia luz, música calma ambiente próprio para relaxamento, na parte central dois divãs, achei estranho não ser uma mesa de massagens convencional, mas tudo bem, entraram quatro pessoas, duas negras que ficaram comigo, uma negra e outra branca com Renata, estenderam uma toalha e nos fizeram deitar, deitamos ambas viradas para cima, uma ficou perto das minhas pernas e outra perto dos ombros, derramaram um óleo aromático, começaram a me esfregar e massagear, a que estava perto das pernas começou pelos pés, quando chegou perto da vagina, ela começou a procurar delicadamente entreabrir, como estava começando a ficar relaxada consenti, então ela passou um gel geladinho ao redor da minha gruta depilada, do geladinho começou a esquentar e eu comecei a ficar com um fogo saindo de dentro de mim, olhei para o lado o mesmo estava acontecendo com Renata, aquele calor rapidamente se tornou um tesão louco, fiquei querendo procurar o meu sexo para me masturbar, o meu clitóris estava em brasas, quando as duas negras começam a me bolinar, uma delicadamente leva sua boca ao meu sexo e começou a me chupar, estava uma delícia a outra traz a sua língua para a minha e começa a me beijar, aconteceu o primeiro gozo, quando ela se retira da minha boca coloca as mãos sobre os meus olhos induzindo ao fechamento, estava gostoso aceitei sem pestanejar, quando de repente sinto um caralho abrir caminho na minha boca, mas não era um caralho qualquer era algo descomunal, quando abri os olhos vi a maior pica da minha vida, era um travesti com uma vara gigantesca a ponto de não conseguir ficar totalmente rígido, comecei a chupar com mais vontade ainda, a surpresa me fez desconcentrar e não percebi que a outra levantou a minha perna e já estava com a sua vara na porta de entrada da minha xana, eram 2 homens, com pirocas enormes, relaxei, entregamdo-me totalmente, eles me fuderam de todas as formas possíveis, no final os quatro estavam trepando com nós duas, mais para ficar perfeito queria aquela jeba de jumento no meu rabo, um deles deitou, coloquei sua pica dentro da minha gruta com facilidade, empinei o rabo, todos pararam para me observar, o mamute veio com aquele cano pendurado, só de ele apontar no meu buraquinho já gozei, comecei a sentir vagarosamente aquele mastro entrar dentro de mim, rasgando, o atrito da caminhada era doloroso. porém gostoso, continuei recebendo, os orgasmos eram múltiplos, nunca tinha gozado tanto, talvez pela expectativa, até que não entrava mais, o cara começou com o movimento de entra e sai, vagarosamente, gozei sei lá quantas vezes, até desfalecer, quando acordei me senti sendo massageada e o meu corpo com uma dormência gostosa de satisfação. Renata me disse que também experimentou o monstro, também gozou muito só que eu fiquei uma meia hora dormindo ela talvez uns 15 minutos, o importante é que estávamos totalmente relaxadas e o dinheiro valeu à pena, estávamos completamente limpas e cheirosas os maridos não iriam desconfiar de nada, e para que contar, combinamos que seria o nosso segredo, e voltamos felizes da vida para junto de nossos maridos, só Cris que ficou frustrada ao saber o que perdeu o melhor da festa, você também não ficaria!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SÉRIE INESQUECÍVEL XI – NOVAS SURPRESAS
Como sabem, decidimos montar um grupo de swing, já somos o Luiz e a Cris de Porto Alegre, o Henrique e Márcia de Belo Horizonte, Paulo e Iara de Campinas, Maurício Ricardo e Renata de Florianópolis e eventualmente Marina e Kurt de Munique, seis casais amantes do prazer. Para a década de 80, nós éramos bastante avançados, não existiam clubes de swing, nem rede de relacionamento pela internet como hoje, só que pensávamos na nossa liberdade sexual, como ponto de partida para uma vida mais pura, tanto que criamos nossos filhos no mundo do naturismo, em casa ficávamos nus, tudo era encarado com naturalidade, não existia, não há maldade, na Europa cansamos de ir com as crianças em Praias ou Clubes de Nudismo, encaramos isto com toda naturalidade do mundo, foi excelente para a educação dos nossos filhos, ainda hoje na nossa casa ficamos desta forma, até a nossa nora aderiu ao nosso modo de vida e para eles o sexo é vida. Voltando após o tour pela Europa, uns 2 meses depois, apareceu uma infecção urinária, que me obrigou a suspender os anticoncepcionais, como a carne é fraca acabou causando uma nova gravidez, decidi ser a ultima, após o parto ligarei as trompas ou meu marido fará vasectomia, interronpendo assim a minha fertilidade. Quando Cris me ligou comentei com ela sobre a nova gravidez e sobre o que faríamos após o nascimento da criança, ela ficou contente e disse que breve viria ao Rio para nos visitar, dito e feito, umas 3 semanas depois, Luiz e Cris aparecem por aqui, ficamos contentes, significava alguns dias de prazer, ainda podia aproveitar a estadia, só que eles estavam estranhos e tensos, não quiseram partir para a sacanagem imediatamente, preferindo sair para jantarmos fora pois precisavam ter uma conversa muito séria conosco, fiquei apreensiva e curiosa, saímos de Niterói e fomos a um restaurante de comida portuguesa no Campo de São Cristóvão, eles queriam um lugar discreto sem muito movimento, sentamos pedimos uns drinks e ficamos esperando pelo papo sério que viria, Luiz começou dizendo gostar muito de nós, do nosso modo de vida da forma como aproveitamos e criamos os nossos filhos, acabou falando que amava Cris demais, já estavam juntos a muito tempo e que infelizmente ela não poderia ser mãe de um filho dele, porque apesar de inúmeros tratamentos era estéril, Cris não abria mão de ser mãe e ele não abria mão dela, ficamos chateados pela tristeza dos nossos amigos, quando veio a surpresa quando ele perguntou para mim se eu deixaria que meu marido tivesse um filho com Cris. Fiquei atônita com o pedido, eles disseram que nós seríamos os padrinhos, e que somente nós saberíamos do fato, para a felicidade deles concordamos com a loucura, a tensão foi embora, eles ficaram muito alegres e queriam comemorar, claro que no primeiro motel que encontrásse-mos, assim foi feito, quando lá chegamos os rapazes já tiraram as nossas roupas no carro, Cris já estava atarracada em meu marido e eu com Luiz, ele enfiava a pica em mim com uma ferocidade danada, a piroca dele me rasgava de prazer, os orgasmos se multiplicavam, gozava seguidamente, Cris era socada por AW de todas as formas, o problema era que ele demora a gozar, Luiz me colocou de 4 enfiava na minha buceta e no meu cú alternadamente, eu gozava sem parar, o mesmo acontecia com meu marido e Cris, Luiz já tinha gozado uma s 2 vezes e AW estava firme, até que resolvi dar uma mão a Cris, fui até ele e comecei a beijá-lo da forma que ele gosta, minha língua entrava na sua boca com gosto de felina e rapidamente inundou Cris de porra, ela arriou de lado, e sem deixar ele descansar, sentei na sua vara, com os meus seios grudados no seu peito, empinei a bunda e chamei Luiz, que sem pestanejar enfiou até as bolas no meu rabo, gozei mais algumas vezes, acho dupla penetração a parte mais gostosa do swing, Cris também fez DP só que com o meu marido na sua xana. Eles ficaram 10 dias aqui no Rio, meu marido encheu a sua gruta de porra todos os dias, pelo menos duas vezes ao dia e dito e feito após 30 dias, veio o resultado, o meu garanhão seria pai de mais uma criança. Seis meses depois tive uma menina e nove meses depois Cris deu a luz a um menino, fomos os padrinhos, a criança era uma gracinha, mas eu como fiz uma cesariana, aproveitei liguei as trompas e depois fiz uma plástica de abdômen para rapidamente entrar em forma, meu marido também fez vasectomia e ficamos assim prontos para a nossa vida secreta de sacanagem no mundo do swing. Sempre encontrávamos os nossos amigos, já tínhamos a casa de Búzios, aí resolvemos adaptá-la para todas as nossas necessidades carnais, o terreno era grande fizemos piscina, sauna, um belo gramado com vistas para o mar, totalmente indevassável, estava apropriado para as nossas sacanagens, precisávamos inaugurá-la, primeiro foi com a família e depois seria com os amigos, contatamos Paulo e Iara, Renata e Maurício e Márcia e Henrique, todos confirmaram a vinda, somente Cris e Luiz não poderiam vir, pois estavam as voltas com o filho já com dois anos. Estávamos ultimando os preparativos quando Marina nos liga dizendo que estava vindo, falei do que estávamos pretendendo, quando ela perguntou se poderiam trazer uns amigos, adorei a idéia e marcamos para o final de maio. A idéia era um final de semana que começaria na quinta-feira, neste dia de manhã mandei o motorista ir ao aeroporto buscar os nossos amigos que chegariam da Alemanha, ainda tinha que organizar a casa, meus pais chegaram para ficar com as crianças, para que pudéssemos ir a tarde, lá pelas 11:00 horas o motorista chega com os nossos amigos, Kurt e Marina trouxeram o Alex e sua esposa Irna e uma amiga Margot, o casal era Tcheco e Margot sueca, achei-os simpáticos de cara o Alex parecia um deus grego era altíssimo, louro de olhos azuis e pelo tamanho do pé devia ter uma piroca fantástica, a Irna também era alta de cabelos castanhos claros, olhos verdes, um corpo muito bonito, já a Margot parecia uma artista de Hollywood de linda, o final de semana seria perfeito, Marina disse que eles também eram adeptos do swing e a Margot vivia com o casal maritalmente e pensavam como nós. Kurt alugou um carro, nos preparamos para ir, no meu carro fomos eu Marina e Margot e os outros no carro alugado, AW sairia do escritório direto após pegar Paulo e Iara no aeroporto, os outros iriam de carro direto para Búzios. Margot estava na frente comigo e Marina atrás, já estávamos de biquíni e seguimos conversando, foi ótimo para colocar a língua em dia, na estrada ela já me acariciava, o que me deixava toda molha, com carinho colocou seus dedos na minha gruta, nisso Marina já passava as mãos nos seios dela, acabou tirando a parte de cima do biquíni, como estávamos de saída de praia e apesar de ficar transparente ficou super sexy, fiquei louca para chegar, foi quando Marina me falou que eu teria uma surpresa e que iria adorar, a minha curiosidade aumentou. Quando lá chegamos, fui mostrar a casa aos nossos convidados, os quartos onde ficariam e etc., como estava calor liguei a bomba da piscina e a sauna que é o local ideal para um relaxamento que fatalmente precisaríamos, coloquei bastante essência de eucalipto e voltei para encontrar os meus amigos que estavam ao redor da piscina, Kurt e Alex foram providenciar bebidas, nessa hora Margot tirou a saída de praia´, o seu magnífico corpo surgiu foi quando vi a surpresa, apesar dos pelos pubianos o seu clitóris sobressaia, era enorme, imediatamente pensei, se ela estivesse totalmente depilada seria um espetáculo, aproveitei tirei a roupa também, Marina e Irna fizeram o mesmo, os rapazes quando nos viram nuas tiraram tudo , o ambiente ficou propício a sacanagem, Alex tinha uma piroca enorme, maior que a do meu marido e mais grossa, Irna era uma atleta perfeita, coxas grossas, pernas compridas, seios pequenos, ombros largos e uma xana larga e prazerosa, mas totalmente depilada, começamos a conversar, quando sugeri a Margot se ela gostaria de ser depilada, disse que poderia ajudá-la caso quisesse, ela prontamente aceitou, pisquei para Marina e levei Margot para a sala da sauna aonde tinha uma mesa de massagens, eu já estava com sétimas intenções, antes coloquei a cera para esquentar, quando ficou no ponto, cheguei perto da vagina e comecei a colocar a cera, nunca tinha visto um grelo tão grande, fui retirando os pelos vagarosamente, encostando de vez em quando no seu grelo, quando estava quase terminando, Margot me chama, chego perto dela e não resisti, cai de boca na sua língua, ficamos alguns minutos naquela chupação, falei que tinha que terminar, quando voltei a minha atenção para sua gruta, o seu grelo estava durinho como um pênis, uns cinco centímetros para fora, não agüentei e comecei a chupá-lo, sem pensar subi na mesa e coloquei a minha xana na direção da sua bola, ficamos nisso um bom tempo, como conhecesse o seu ofício me fez sentar no colo dela e aí senti aquele falo enorme me dar prazer, dei uma gozada gostosa, só voltei a mim quando ouvi uns aplausos, eram Marina e Irna na porta sorrindo para mim, retribui o sorriso, desci e acabei a depilação com nós quatro dentro da sauna, aquele cheiro de buceta sedenta de pau era sentido no ar da sauna, os nossos corpos suados davam uma sensação de prazer notável, saímos, tomamos uma ducha e caímos na piscina, eu fiquei imaginando como aquela mulher seria no swing, ainda mais que ela estava sobrando,seis casais e ela, que festa!hein!!!! Enquanto estávamos na piscina, o sol forte, senti que Alex não tirava os olhos de mim, Marina também percebeu, decidi então, partir para cima, sai d’água e me deitei em frente dele, com a pernas escancaradas o convidando para o coito, ele começou a ficar excitado e veio na minha direção, Marina começou a se atracar com Margot e Kurt com Irna, quando voltei para minha posição dei de cara com Alex sorrindo para mim, bem ao meu lado, já com o mastro erguido, não tive outra alternativa a não ser segurar aquele tubo de aço, tinha que pegar com as duas mãos de tão grosso, sentei e com prazer abocanhei com tesão aquele mastro, tão grosso que não permitia ficar saboreando durante muito tempo, ele sabe que fica desconfortável, se ajoelhou, colocou as mãos na minha coxa e lentamente, olhando fixamente foi abrindo as minhas pernas e com determinação levou seus lábios à minha vagina, a sua língua procurava com precisão o meu clitóris, ficava sugando e mordiscando com prazer, relaxei e sem notar levantei totalmente as pernas me expondo sem pudor, a sua língua mexia com uma velocidade e maestria que me deixou louca, os meus orgasmos começaram a se tornar seguidos e cada vez mais violentos, eu pulava como uma pipoca, estava quase desfalecida, o cara era um profissional do sexo, estava implorando para ser penetrada, queria ser violentada, com a mesma competência do oral sem deixar eu me restabelecer, ele colocou a sua piroca na minha buceta e foi penetrando, sentia cada centímetro daquele tubo incandescente penetrar, as paredes do meu útero estavam fervendo, o calor fazia com que o tesão aumentasse, quando ele chegou ao fundo da minha gruta explodi, o gozo foi tão grande que me urinei toda, ele como que nada tivesse acontecido começou a socar, o entra e sai se tornou rápido, vigoroso, e eu continuando a gozar sem parar, comecei a sentir o seu pau crescer proporcionalmente a velocidade, de repente comecei a gozar ao mesmo tempo que foi inundada de porra, quando ele gozou o suor escorria do seu rosto como estivesse debaixo de uma ducha, o seu pau começou a murchar e lentamente se retirar da minha gruta, fiquei alguns minutos para me recuperar, como esse cara fudia, era um verdadeira máquina de moer carne. Tive que entrar debaixo da ducha para a respiração voltar ao normal, só que ao vê-lo sorrindo para mim instintivamente olhei para o seu instrumento que dava sinais de nova ereção, mais sinceramente nesse exato momento não dava para encarar, ele chamou Margot, que deixou Marina na mão e se encaminhou para ele, eu estava sentada em uma toalha na borda da piscina, ele sentado em uma espreguiçadeira, Margot ficou de costas para ele de frente para mim e ficando na posição de cócoras, colocou o seu rabo na ponta do caralho de Alex, olhando para mim, com sorriso nos lábios foi engolindo todo aquele mastro no cú, quando chegou até os ovos, se posicionou de tal maneira que o entra e sai foi inevitável, comecei a ficar excitada, Marina veio para o meu lado me bolinar, só que, quando olhei mais diretamente vi que o clitóris de Margot estava totalmente ereto, do jeito que estava, me convidava ao oral, não agüentei fui até eles, fiquei de quatro e comecei a chupar aquele grelho fantástico, o falo dela era uma delícia, quisera que meu marido estivesse ali para me comer naquela posição, ela subia e descia e a minha boca acompanhava o movimento, o tesão era grande, quando senti Marina vir por trás e me chupar, era uma cena linda, estávamos ao ar livre, debaixo do sol, com um homem comendo o cú de uma mulher, outra chupava a buceta da mesma mulher e uma terceira lambia a xota e o cu de outra, gozamos todos juntos, foi lindo uma sucessão de gritinhos impressionante, quando acabamos resolvemos ir para a sauna nos recuperar, porque a noite ia ser uma criança. Às sete horas da noite, toca a campainha, coloco o roupão e vou até aporta, era Henrique e Márcia que acabavam de chegar de Belo Horizonte, colocaram o carro na garagem, pegaram as bolsas e fui apresentar o pessoal, todos estavam na piscina, ou seja nus, bebericando, peguei Márcia pelo braço e fui mostrar a casa, Henrique já estava se enturmando, quando contei a Márcia do tamanho do falo de Margot, ela ficou doidinha, levei-a ao quarto, ela imediatamente tirou a roupa e me acompanhou de volta a piscina, ficamos conversando a Lua estava caindo, a temperatura estava agradável, ficamos lá mesmo, não demorou muito e senti um movimento na frente da casa fui ver o que estava acontecendo era meu marido chegando com Paulo e Iara, os acomodei, eles tiraram as roupas e fomos para a piscina, a festa estava quase completa, só estava faltando Renata e Maurício, que deviam estar na estrada, dito e feito deu uns quarenta minutos e a buzina tocou eram eles, AW fez as honras e passados alguns minutos estavam todos ao redor da piscina conversando alegremente, bebendo todas, a uma determinada hora vejo Irna se levantar e ir em direção a meu marido, instintivamente olhei para baixo o seu mastro estava começando a ficar de pé, só que Márcia foi mais rápida, e se jogou no colo dele, caindo aos beijos no meu marido, só que receber uma tora daquela de uma só vez tem que ter coragem, porque não só entrou de uma só vez como ela ficou subindo e descendo como louca foi o sinal para festa começar, Maurício veio em minha direção me oferecendo o seu membro que abocanhei com prazer, ele girou o corpo e fiquei com a minha gruta de frete para a boca de Maurício, ele mergulhou com tudo, ele chupa muito bem, a sua rola é grossa, grande, com umas veias saltadas, um cabeção gostoso, ele pegava com os lábios a minha vulva e sugava, o nariz roçava no clitóris, não teve jeito comecei a gozar seguidamente, nos levantamos, decidi ficar de quatro e esperar a sua pica dentro da minha vagina, senti o seu cabeção procurar a minha xana, até que encontrou, não precisei guiar, os meus lábios acolheram aquela pica maravilhosa ele foi entrando sem pedir permissão, chegou ao fundo da gruta, explodi de prazer mais uma vez, ele começou a entrar e sair rapidamente, ele se inclinou nas minhas costas e pediu: Goza comigo sua Puta?, eu já tinha gozado várias vezes mas aquele som sexy no meu ouvido, aquela suplica velada, me fez ficar bem mais agitada, virei para ele dizendo, já estou no ponto quando chegar a tua hora, me avise que vou junto, comecei a sentir o seu pau inchar e fiquei esperando o gozo, ele começou a aumentar a velocidade e falamos ao mesmo tempo, um líquido quente começou a inundar as minhas entranhas, foi uma delícia, quando ainda estava anestesiada pelo prazer senti uma vara perto da minha boca, abri os olhos e vi Kurt com o seu instrumento duro como rocha à minha frente, não agüentei puxei para dentro da minha boca ao mesmo tempo que a piroca de Maurício começou a murchar dentro de mim, quando ele tirou, senti uma boca procurando o meu sexo era Renata sugando a porra do marido que estava dentro de mim, que prazer danado estava sentindo, quando Renata deixou minha vagina sequinha de novo, me seguraram como uma folha de papel, me arrancando da pica de Kurt, era Alex que me trouxe para o seu colo e sem deixar eu me recuperar, pegou a sua piroca colocou na entrada da minha xana e cravou aquele tubo enorme, aquele atrito gostoso de uma nova pica me encheu de tesão de novo, comecei a subir e descer naquele tubo de aço, mais uma vez os orgasmos se sucediam,a vara dele era uma delícia, por alguns minutos fiquei saboreando aquela sensação maravilhosa, nisto ele me puxou em sua direção, meus seios ficaram colados no seu peito, ele me beijava com ferocidade, só que aqueles beijos me fizeram gozar, só aí percebi qual a intenção e a expectativa me fez, ficar mais lubrificada, instintivamente tracionei o meu corpo e empinei a bunda, era o que esperava, uma DP, imaginava se agüentaria uma outra vara grande com aquele monumento do Alex espetado na minha buceta, quem seria o felizardo, estava de olhos fechados com a língua grudada na língua de Alex, os beijos me anestesiavam, senti umas mãos segurando as bandas da minha bunda, senti uma língua lubrificando o meu buraquinho, enfiando com carinho, eu já estava com o cuzinho latejando pela espera, quando senti um cabeção pedir passagem, dei umas mexidas para que a piroca do Alex atritasse o meu clitóris, senti passarem um creme, e lá veio ela, rasgando, primeiro foi a cabeça, consegui, depois lentamente foi entrando, era muito grosso, de repente ele deu uma estocada e de uma vez só chegou ao fundo, nessa hora, gozei tanto que me urinei toda, o prazer era enorme e aí como tivessem combinado, um estocava e parava, vinha o outro e socava, estava totalmente ocupada duas pirocas enormes me penetrando e uma língua gostosa, estava o máximo, mais faltava algo, queria mais uma vara, suplicava por outra piroca, queria sentir três gozadas, mas todos os outro varões estavam ocupados, queria uma perda total, aquela hora, sabia que mais tarde isto seria fácil, mas agora ainda estavam iniciando os trabalhos, bem o importante que em uma determinada hora a vara de Alex começou a inchar e senti ele derramar todo aquele líquido quente e gostoso, a quantidade era enorme a ponto de escorrer externamente, começou a murchar ainda dentro de mim, ele estava por baixo, ainda estava com aquela tora espetada no meu rabo, me concentrei no ato, estava muito gostoso, ele socava com força, Alex introduziu sua língua na minha boca, chupava-a com prazer, os olhos fechados de prazer só sentindo
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